fbpx

Sétima Edição do Rio Music Market reúne a Indústria da Música entre os dias 09 e 12 de Dezembro

Entre os dias 9 e 12 de dezembro, o Rio Music Market (RMK) realizará a sua sétima edição, reunindo em palestras mais de 60 profissionais originários de países como Bélgica, Reino Unido, Austrália, Estados Unidos e Chile, além do Brasil, para participar dos cerca de 30 painéis sobre as transformações e novas oportunidades da indústria da música do mundo.

Plataformas de streaming, associativismo, pagamento de royalties, tecnologias disruptivas, o direito “making available” e tendências para o futuro breve são alguns dos assuntos em pauta nas instalações do Centro de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB), na Praça Tiradentes.

“O mercado da música gravada passa por uma fase de renascimento. O Rio Music Market é a plataforma ideal para encontrar especialistas nacionais  e internacionais e aproveitar ao máximo as oportunidades. Com planejamento, conhecimento e networking podemos construir um futuro melhor”, diz Carlos Mills, presidente da Associação Brasileira da Música Independente (ABMI), realizadora do RMK em parceria com o SEBRAE/RJ.

Ao todo serão promovidos mais de 30 encontros entre profissionais do setor ao longo de três dias, além da noite de abertura no Theatro Net Rio, em Copacabana, e de duas noites de showcases no Dumont Arte Bar, na Gávea. O Rio Music Market também acolhe a última edição do ano GiRo Digital ABMI, projeto que percorreu sete estados brasileiros em 2019, apresentando workshops de especialistas.

Direitos autorais e festivais entram no debate do primeiro dia

Um dos momentos que mais prometem nesta edição será logo na abertura das mesas: uma entrevista com os executivos Helen Smith (Bélgica), Charlie Phillips (Reino Unido) e Isabel Amorim – superintendente do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) – prevista para terça, dia 10, das 10h30 às 11h30. A proposta é falar sobre a nova diretiva europeia de direitos autorais, competição e gestão de metadados centralizados e entrará em pauta a recente medida provisória que o presidente Jair Bolsonaro assinou, isentando hotéis e navios do pagamento de direitos autorais.

Em seguida, das 11h30 às 12h30, a Deezer fará um workshop e o Facebook se apresentará das 14h às 15h. Ainda no primeiro dia, haverá uma mesa sobre Festivais Nacionais e Internacionais, reunindo Monique Dardenne (Women’s Music Event, de São Paulo), Jarmeson de Lima (Festival Coquetel Molotov, de Recife) e Paula Abreu (Citypark Foundation Summerstage, de Nova York). O jornalista Leonardo Lichote foi convidado para mediar essa conversa.

O nicho dos documentários, o papel dos empresários e a afinidade da música com a literatura são temas em destaque

A estrela do segundo dia do Rio Music Market será o painel Documentários Musicais. Na quarta, dia 11, das 11h15 às 12h30, Jom Tob Azulay (Doces Bárbaros), Aline Brufato (falará sobre o documentário de Patrícia Terra sobre o Bar Semente), Marcus Fernando (filmes sobre Torquato Neto e Aldir Blanc) e Paulo Henrique Fontenelle (do famoso “Loki”, sobre o Mutante Arnaldo Baptista. Ele está rodando um doc sobre Cássia Eller) se reúnem para trocar uma ideia com mediação de Paulo Mendonça. Ainda na quarta-feira, o fundador do respeitado veículo britânico Music Ally, Paul Brindley trará uma visão atual sobre as principais tendências do mercado.

Já no terceiro e último dia, será a vez de conversar com Beco Dranoff (Brazilab), Rommel Marques (Chitãozinho e Xororó), Luis Felipe Couto (Moska e Chico César), Flora Gil (Gilberto Gil) no painel “O que faz o Empresário Artístico?” mediado por Anita Carvalho, empresária do Diogo Nogueira.

Das 14h às 15h, a mesa Música e Literatura vai aproximar as ideias de Joyce Moreno, Rodrigo Faour e Pedro de Luna, com mediação do jornalista Hugo Sukman, sobre a ligação das duas manifestações artísticas.

Outro encontro que promete esquentar o encerramento do evento é a mesa sobre Políticas Culturais, com a participação do ex-Ministro da Cultura, Marcelo Calero, da ex-Secretária Municipal de Cultura, Mariana Ribas e Carlos Mills, Presidente da Associação Brasileira da Música Independente, mediados por Daniel Neves, Presidente da Anafima e da Fremúsica, associação que advoga pelo setor no Congresso Nacional.

Júlia Vargas recebe Mestrinho e João Donato no show de abertura

Como já é tradição, a abertura do Rio Music Market sempre traz um show inédito, com artistas que nunca cruzaram acordes. No dia 9 de dezembro, segunda, às 20h, a cantora Júlia Vargas receberá o acordeonista Mestrinho e o pianista João Donato, no Theatro NET Rio, para dar partida ao evento. O show está garantido para quem tiver o passaporte, mas haverá ingressos à venda para o público em geral: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia entrada).

Showcases de brasileiros e chilenos em duas noites

Novidade da sétima edição: pela primeira vez haverá duas noites de showcases, a serem realizadas em 10 e 11 de dezembro, às 19h, no Dumont Arte Bar, na Gávea. Com curadoria de Aline Brufato, também produtora, a extensão sonora do evento apresentará quatro artistas brasileiros (Negra Jaque, Jonathan Ferr, Letto e Computambor, duo de Marcos Suzano e Marcelo Vig) na terça, dia 10, e quatro chilenos (Yorka, Chakranegra, Fakinmono e Reptilian Beats) reunidos na Noite MUSTACH #ChileRebelde na quarta, dia 11. Entrada gratuita para credenciados. Ingressos a R$ 20.

“A seleção de artistas para os showcases contemplou a diversidade e inovação da cena independente para que profissionais do mercado internacional da música – como programadores de festivais, donos de casas de shows, selos, editores e jornalistas – possam conhecê-los. E estamos felizes de fazer essa primeira edição de showcases RMK com uma noite chilena e uma brasileira”, diz Aline Brufato.

Rio Music Market | serviço

QUANDO: de 9 e 12 de dezembro, segunda a quinta-feira

ONDE: Centro de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB) – Praça Tiradentes, 69 a 71, Praça Tiradentes

QUANTO: Passaportes a R$ 360, com direito a participar de todo o evento

SITE OFICIAL: www.riomusicmarket.com.br

 

BELMIRA COMUNICAÇÃO

Monica Ramalho (21) 9.9163.0840 – monica@belmira.com.br

Rafael Millon (21) 9.8558.9849 – rafael@belmira.com.br

WIN e IFPI Anunciam Sistema de Gestão de Dados Mundial Unificado

WIN e IFPI  anunciam hoje projeto de criação de um sistema de gestão de dados centralizado para a música, o ‘Repertoire Data Exchange’ (RDx). O RDx vai permitir que gravadoras, selos e entidades de gestão coletiva (MLCs) possam submeter e acessar dados sobre fonogramas a partir de uma única fonte certificada.

As gravadoras têm historicamente utilizado uma variedade de processos e padrões para fornecer dados para as entidades de gestão coletiva em todo o mundo, o que torna o processo moroso e pouco eficiente. Com o RDx, entidades de gestão coletiva de todos os tamanhos e de qualquer país poderão acessar dados a partir de uma única fonte certificada. Será utilizado o padrão DDEX MLC. A medida vai trazer melhorias na confiabilidade e na eficiência da gestão dos dados.

A partir de um rigoroso processo seletivo, a IFPI e a WIN selecionaram a britânica PPL para administrar o RDx.

Frances Moore, CEO da IFPI:

“As gravadoras continuam a investindo e melhorando a precisão e a gestão dos dados, em diversas áreas da indústria. RDx é um exemplo típico de uma iniciativa que vai beneficiar a todos os envolvidos. Vai melhorar o desempenho e diminuir os custos para os titulares, ao mesmo tempo em que vai permitir que as entidades de gestão coletiva acessem dados certificados de repertório a partir de uma fonte única – proporcionando pagamentos mais rápidos e mais precisos. Estamos muito agradecidos às entidades de gestão coletiva e às gravadoras parceiras que vêm trabalhando em estreita colaboração conosco. Estamos ansiosos para trazer mais entidades de gestão coletiva e mais titulares, conforme o serviço comece a funcionar.”

Charlie Phillips, COO da WIN:

“Direitos de execução pública são cada vez mais importantes para as gravadoras independentes.  Com a música se tornando global, o repertório dos independentes vem se tornando cada vez mais importante fora de seu território de origem.  Historicamente, a gestão internacional de dados mostra-se complicada para os produtores independentes. Por esta razão a WIN está apoiando o desenvolvimento do RDx desde a sua concepção inicial, iniciada há muitos anos atrás.  Estamos muito satisfeitos com o trabalho conjunto que a indústria desenvolveu para criar um serviço que beneficia a todos.  Aguardamos com otimismo as próximas etapas desta colaboração com a IFPI, que promete muitos benefícios conforme o RDx vai ganhando escala.”

Peter Leathem, CEO da PPL (TBC):

“Temos investido muito em tecnologia e processamento de dados ultimamente, o que nos proporcionou liderar o desenvolvimento do RDx, de modo complementar às nossas operações normais. Estamos bem posicionados para ajudar a IFPI e a WIN a enfrentar os desafios de Big Data, a partir de nosso experiência com DDEX, nosso relacionamento com os titulares ao redor do mundo e nosso expertise gerenciando gigantescos volumes de dados fonográficos a cada semana. Este é um passo importante para a gestão de dados em nível global e estamos orgulhosos de fazer parte desta solução inovadora de iniciativa da IFPI e da WIN.”

RDx é o resultado da colaboração de um amplo grupo de entidades da indústria, liderados pela IFPI e pela WIN. O desenvolvimento do RDx recebe o apoio técnico do seguinte grupo: Beggars Group, PIAS, Sony Music Entertainment, Universal Music Group, Warner Music Group e Consolidated Independent/State51, PPL, Re:Sound, SENA e Gramex Finland. O início das operações está previsto para 2020.

IFPI é a organização que promove os interesses da indústria internacional da música.  Possui cerca de 1300 membros, espalhados por quase 60 países. A missão da IFPI é valorizar a música gravada, advogar em favor dos produtores musicais e expandir o uso comercial da música em todos os mercados onde seus membros operam.

A missão da WIN é apoiar as associações de produtores musicais independentes. Fundada em 2006 em resposta aos desafios de acesso ao mercado global por parte dos independentes, a WIN tem entre seus membros estão as associações mais ativas dos principais mercados de música do mundo: ABMI (Brasil), A2IM (Estados Unidos), AIR (Australia), CIMA (Canada), IMCJ (Japão), IMICHILE (Chile), IMNZ (Nova Zelandia), LIAK (Coreia do Sul) e IMPALA (Europa).

Associados da ABMI são indicados ao Grammy Latino

Ontem, dia 24/09/2019, foram anunciados os indicados para o Grammy Latino. Dentre os concorrentes estão álbuns lançados por nossos associados Biscoito FinoTratoreYB Music Atração Fonográfica. Nas categorias dedicadas à música brasileira, os associados da ABMI obtiveram 9 das 21 indicações. A ABMI parabeniza a todos pelas indicações e deseja boa sorte na premiação, que acontece no dia 14 de novembro de 2019.

Relação completa dos indicados: https://www.latingrammy.com/pt/nominees

Quarta etapa do GiRo Digital aconteceu em Santa Rita do Sapucaí-MG

Da esquerda para a direita: Maurício Bussab, Elisa Eisenlohr, Marina Mattoso, Carlos Mills, Marcelo Cabanas e Leo Morel.

No dia 5 de setembro o GiRo Digital, que já passou por São Paulo, Curitiba e Brasília, fez sua primeira edição fora de capitais. Foi em Santa Rita do Sapucaí-MG, conhecida como o Vale do Silício Brasileiro, no dia da abertura da Hack Town.

Ocupando uma sala do agradável SIS Coworking, o GiRo Digital contou com palestras com Carlos Mills (presidente da ABMI), Marina Mattoso (Jangada), Leo Morel (iMusics), Maurício Bussab (Tratore) e Elisa Eisenlohr (UBC). Durante o evento, o mercado digital da música foi bastante discutido e analisado, sempre numa constante troca entre os palestrantes e o público presente.

Alguns do palestrantes do GiRo Digital também participaram da Hack Town. Leo Morel apresentou a palestra “O que o mercado da música não te conta?”; Carlos Mills falou sobre “Plataformas Digitais e o Mercado da Música: Disrupção e Reconstrução” e Elisa Eisenlohr com “Como potencializar os rendimentos da sua música com direitos autorais”.

As próximas etapas do GiRo Digital serão em Porto Alegre, Recife e Rio de Janeiro. Em breve as inscrições estarão abertas em https://abmi.com.br/giro-digital-abmi/

Amazon Music é lançada no Brasil

Na madrugada de 9 para 10 de setembro a Amazon lançou no Brasil sua plataforma de streaming de música, a Amazon Music. A exemplo das concorrentes já atuantes no país, como Spotify, Apple Music, Deezer etc, a Amazon Music chega com opções de plano mensal individual por R$ 16,90 ou o plano família por R$ 25,90, ambos na opção Music Unlimited. Também há a opção de pagar por 12 meses com desconto.

A Amazon Music, que anuncia um catálogo com mais de 50 milhões de músicas, estreia no Brasil já com um direcionamento para o mercado nacional. Playlists de MPB, Sertanejo, Pagode e outros gêneros brasileiros estão em destaque na plataforma, assim como destaque para artistas brasileiros, como Thiaginho e Tiê.

Além da assinatura individual e familiar, a Amazon oferece a modalidade “Prime Music”, exclusiva para quem assinar o também recém-chegado ao Brasil “Amazon Prime”. Neste serviço, que custa R$ 9,90 por mês ou R$ 89,90 por ano, o usuário tem vantagens com frete grátis e promoções especiais no site, além de acesso ao Prime Video (plataforma de filmes e séries), Prime Reading (revistas) e Twitch Prime (plataforma de jogos ao vivo).

Ao contrário dos outros serviços que são oferecidos sem limitações, o Prime Music tem um catálogo bastante reduzido, de aproximadamente 2 milhões de músicas, segundo a própria Amazon. Com menos de 5% do catálogo do player em relação ao modo Unlimited, o Music Prime mostra-se bastante restrito. Numa primeira navegação, artistas de renome figuram com apenas alguns poucos álbuns, identificados como os mais populares. Já artistas com discografia com menos álbuns, aparecem bloqueados para usuários Prime.

A navegabilidade e os recursos são bem similares à concorrência, com opções de download dos álbuns, seleção da qualidade do áudio, criação e visualização de playlists etc.

Nova York Celebra a Música Independente na 10ª Indie Week

A Associação Norte-Americana de Música Independente realizou em Manhattan a 10ª Edição da Indie Week, envento que reúne a indústria musical independente global. A conferência de quatro dias foi realizado na Faculdade de Direito de Nova York, em Tribeca, com palestras, painéis, workshops e showcases espalhados pela cidade.

A ABMI esteve representada por seu presidente Carlos Mills, que participou do painel Expanding Globally juntamente com representantes da India, China, México e Japão. A ABMI contou também com a participação da associada Onimusic, através de seu diretor Nelson Martins Tristão.

Durante a Indie Week ocorreram paralelamente as reuniões de diretoria da WIN, da Merlin e o encontro anual das Associações Independentes que fazem parte da WIN (WINCON).

Os painéis da conferência abordaram uma ampla variedade de assuntos, entre os quais o papel da inteligência artificial em relação aos artistas e repertórios, o trabalho das agências de conteúdo criativo, preocupações éticas em torno de práticas de manipulação de streaming de música e o combate aos problemas de saúde mental na indústria da música, entre muitos outros.  Ao longo dos 4 dias de conferência falaram como key speakers Helen Smith, CEO da Impala e Charles Caldas, CEO da Merlin.

Na foto do encontro das associações da WIN, estão representados os seguintes países: México, Argentina, Croácia, Nova Zelândia, Canadá, China, Noruega, Chile, Inglaterra, Coreia do Sul, Holanda, Alemanha, Estados Unidos, Brasil, Espanha e Portugal. Estiveram presentes também representantes da Impala e da Merlin.

 

Spotify lança seu primeiro hardware “Spotify Car Thing” para streaming de música e podcasts em carros

Spotify anunciou seu primeiro hardware para consumidores: um alto falante controlado por voz para carros que fará streaming de música e podcasts.  Entretanto, o “Car Thing” ainda não é um produto comercial. Está sendo usado em fase de teste nos EUA por um grupo reduzido de usuários premium convidados pelo Spotify, de acordo com a companhia.

Spotify divulgou seu primeiro hardware para consumidores: um alto falante controlado por voz para carros que fará streaming de música e podcasts.  Entretanto, “Car Thing” ainda não é um produto comercial. Está sendo usado em fase de teste nos EUA por um grupo reduzido de usuários premium convidados pelo Spotify, de acordo com a companhia.

Os convidados instalarão o Car Thing em seus carros, e os dados de como eles usam o dispositivo serão enviados de volta ao Spotify, para ampliar o entendimento do que os motoristas escutam, o que servirá de feedback para características futuras do produto.

“Sabemos que há especulações sobre nossos planos de futuro, mas o Car Thing foi desenvolvido para nos ajudar a entender melhor como as pessoas ouvem música e podcasts enquanto dirigem” – é o que informa a Spotify num post de seu blog recentemente. “Nosso foco continua sendo permanecermos a plataforma número 1 do mundo em audição de música – e não em criar hardware. “

Há uma lógica clara no fato do Spotify desenvolver seu próprio hardware, ainda que apenas para fins de pesquisa. A estratégia atual da empresa é ser uma “plataforma onipresente”, disponibilizando seus serviços em tanto dispositivos quanto possível, de smartphones a alto falantes inteligentes. Spotify já pode ser definido com o serviço de streaming preferencial para Amazon Echos e alto falantes Google Home, e pode ser executado através do Apple HomePod via a funcionalidade AirPlay. No entanto, os dados que o Spotify coleta a respeito de como os usuários usam o serviço, nestes casos, são limitados.

Se, conforme muitos de nós suspeitamos, fatalmente o Spotify “terá” que criar seu próprio hardware para comercialização, vai precisar de uma primeira leva confiável de dados sobre como as pessoas interagem com tal dispositivo. Primeiro o Car Thing… e parece que outros dispositivos virão.

O Car Thing  claramente adere à estratégia de longo prazo do Spotify para carros. O CEO Daniel Ek comentou numa entrevista para CNBC em Fevereiro de 2019:

“Estamos indo muito bem na estratégia para carros. O último número que apuramos foi que mais de 50 milhões de nossos usuários estão usando Spotify no carro. Então de fato é uma parte importante dos nossos negócios. Percebemos que esse número cresce incrivelmente na medida em que novos alto falantes são lançados e os carros se tornam mais e mais conectados. Então é realmente importante para  nossa história. “

Reencontro dos pioneiros da ABMI

No dia 29/Abril  integrantes da primeira diretoria da ABMI (2002-2004) se reencontraram para a homenagem prestada por seu pioneirismo no estabelecimento da associação. Estiveram presentes os homenageados Pena Schmidt, José Carlos Costa Netto, Claudio Silberberg, Eduardo Muszkat, João Guilherme Valdetaro e Benjamin Taubkin, que receberam do Carlos Mills (atual presidente) e do Wilson Souto Jr. (atual vice-presidente) diplomas de Associados Honorários em agradecimento!

Os diplomas de Associados Honorários serão enviados a todos os que fizeram parte da primeira diretoria da ABMI (2002-2004):

  • Benjamin Taubkin (Vice-Presidente)
  • Carlos de Andrade
  • Claudio Silberberg
  • Eduardo Muszkat
  • Felipe Llerena
  • Guilardo Veloso
  • João Guilherme Valdetaro
  • José Carlos Costa Netto
  • Mário de Aratanha
  • Olivia Hime
  • Paulo Amorim
  • Pena Schmidt – Presidente
  • Roberto Carvalho
  • Thomas Roth