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Rio Music Market 2020 levanta temas de interesse do mercado

A Conferência de Música internacional Rio Music Market (RMK) que acontecerá em dezembro de 2020 no Rio de Janeiro vai para a sua 8ª edição. Para montar a grade de programação, os organizadores consultaram os participantes do evento de anos anteriores. A Conferência tem por tradição uma forte programação de workshops e painéis, com a colaboração dos mais renomados profissionais do Brasil e do exterior.

Depois de um mês de consulta, alguns dados interessantes foram mapeados. Os dois assuntos que mais despertaram o interesse dos participantes foram ferramentas de Marketing Digital e caminhos alternativos para a Distribuição Digital Direta. A ABMI já vinha oferecendo capacitação na área de Marketing Digital através do projeto GiRo Digital ABMI; essa área será reforçada durante o RMK2020. Já o assunto Distribuição Digital Direta vai ganhar um módulo específico.

Entre os tópicos mais mencionados espontaneamente, destacam-se: monetização de lives, gestão de carreiras e oportunidades para novos artistas. Outros temas que atraíram a atenção dos profissionais foram: novas tecnologias aplicadas à música (AI, blockchain, big data), aspectos jurídicos ligados à música e sincronização.

Para acessar a pesquisa completa, siga este link.

Sobre a ABMI

Fundada em 2002, a Associação Brasileira da Música Independente é uma entidade sem fins lucrativos que atua como a voz das empresas brasileiras no mercado fonográfico. A ABMI tem como missão organizar, capacitar e desenvolver os produtores de conteúdo criativo musical, promovendo melhores resultados financeiros, oportunidades de negócios e o seu contínuo aprimoramento.

ABMI Inicia Pesquisa para Mapear o Setor da Música Independente

A Associação Brasileira da Música Independente inicia esta semana pesquisa de mercado para mapear o setor da música independente brasileira. Alguns eixos da pesquisa são:

  • Participação da música independente no market share nacional;
  • Censo com todos os associados da ABMI;
  • Estudos de caso;
  • Indicadores: empregos gerados, estilos musicais trabalhados, quantidade anual de lançamentos, diversidade de gênero;
  • Efeitos da pandemia;
  • Tendências do mercado.

“_Estamos muito felizes em anunciar esta iniciativa pioneira. Pesquisas de mercado são fundamentais para traçar metas, identificar tendências e orientar políticas públicas. Pela primeira vez desde a criação da ABMI teremos um panorama completo e abrangente do mercado da música gravada independente brasileira.” anuncia Carlos Mills, presidente da ABMI.

A pesquisa será coordenada pelo músico, economista e pesquisador Léo Morel e contará com a participação das empresas Chartmetric e LV Pesquisa. A iniciativa tem o apoio da WIN e da Merlin.

Os associados da ABMI serão contactados pelo Diretor Executivo Sérgio Mendonça já a partir desta semana para o agendamento das entrevistas.

Sobre a ABMI

Fundada em 2002, a Associação Brasileira da Música Independente é uma entidade sem fins lucrativos que atua como a voz das empresas brasileiras no mercado fonográfico. A ABMI tem como missão organizar, capacitar e desenvolver os produtores de conteúdo criativo musical, promovendo melhores resultados financeiros, oportunidades de negócios e o seu contínuo aprimoramento.

“O Value Gap no Setor da Música é Injusto”, afirma o Copyright Office Americano

O Copyright Office, órgão do governo americano que regulamenta os direitos autorais nas plataformas digitais, publicou um estudo em maio de 2020  afirmando que o chamado “Safe Harbor” é injusto na forma como está hoje implementado.  Safe Harbor (ou Porto Seguro, em tradução livre) é o tratamento diferenciado dado a plataformas que usam conteúdos subidos pelos usuários (UGC, User-generated Content), como o YouTube por exemplo. Diferentemente do que acontece em plataformas onde o conteúdo é disponibilizado pelos titulares diretamente (como Stotify, Apple Music e Deezer, entre outros), as plataformas UGC conseguem condições de licenciamento mais favoráveis. A consequência direta é uma redução nos valores remuneração pagos aos titulares, por cada utilização da obra, a percentuais que variam entre 50% e 1.000% de acordo com estudos da ABMI. O estudo da ABMI também apurou que, se as chamadas plataformas UGC pagassem com base nos valores médios de mercado, o faturamento da indústria no ano de 2018 teria sido pelo menos 30% maior, dado o grande volume de conteúdo que transita por estes meios. O nome dado a esta diferença de pagamento a menor é “Value Gap” (Abismo de Valores).

Em seu estudo, o Copyright Office aponta áreas em que “o Congresso pode considerar uma legislação para reconstruir o equilíbrio original entre os titulares e os provedores de serviços on-line.” Um pronunciamento conjunto do setor sobre o relatório recém-publicado, incluindo RIAA, NMPA, A2IM, SONA, SoundExchange e MAC afirma que “_Como este relatório deixa claro, o sistema atual está quebrado – especialmente quando se trata das chamadas UGC. Para prosperarem, as plataformas devem se tornar participantes responsáveis no ecossistema musical.”

Já a entidade The Artists Rights Alliance, que representa artistas, disse que “_ Simplificando o “jurisdiquês”, este relatório descreve uma verdade nua e crua: os monopólios da tecnologia estão falhando com artistas, compositores e fãs de música. E eles não poderiam estar se importando menos … Se pudéssemos obter decência comum dos gigantes do Vale do Silício, poderíamos encontrar soluções para muitas dessas questões sem alterações na lei. Os Comitês Judiciários solicitaram este relatório e agora devem pressionar as empresas de tecnologia a encontrar essas soluções e insistir para que os criadores independentes estejam sentados à mesa. Se isso falhar, o Congresso deve agir.”

Efeitos da COVID 19 na Execução Pública para Produtores Independentes

Covid-19: pontos a serem considerados sobre execução pública para detentores de direitos internacionais independentes.

O grupo de trabalho sobre Direitos de Execução da WIN se reuniu em abril para analisar o impacto global no setor de direitos de execução pública.

Abaixo estão os pontos-chave para que todas as associações e suas empresas associadas estejam cientes, uma vez que os efeitos da crise são significativos e amplos.

Este documento será atualizado em resposta ao feedback de associações e empresas reunidas nas próximas semanas e meses.

1. Execução Pública

• As receitas de execução pública serão reduzidas pelo menos durante o período de medidas preventivas, no mínimo. Isso terá impacto na maioria dos países e na maioria dos selos.

• Além do fechamento temporário de casas de show e espaços de música ao vivo em geral, a maioria dos eventos musicais únicos (por exemplo, festivais) foram cancelados até o final do ano.

• Provavelmente passarão muitos meses após a suspensão das medidas de isolamento para que as receitas de execução pública retornem aos níveis pré-crise.

2. Rádio E TV

• A transmissão comercial será afetada pela diminuição nos gastos com publicidade, em resposta à redução dos gastos / recessão.

• A transmissão dos veículos públicos pode ter efeitos menos imediatos, mas pode ser afetada a longo prazo se o financiamento do governo diminuir à medida que a recessão prossiga.

3. Taxas de cópia privada (não existe no Brasil)

As receitas de cobrança de cópias privadas serão afetadas. Haverá uma queda nas vendas de operadoras durante qualquer período de recessão, reduzindo as receitas coletadas em prazos imprevisíveis.

Representantes comerciais também serão afetados ao longo do tempo, por exemplo, a queda repentina nas vendas físicas terá um efeito significativo quando as entidades de gestão coletiva incluírem vendas físicas em seus cálculos.

4. Questões práticas e contexto

• As receitas de execução pública no período afetado sofrerão uma redução significativa, talvez em torno de 30% a 50%.

• Os prazos neste setor são longos: os pagamentos atuais são para períodos de uso anteriores e mais “normais” – os pagamentos para os períodos afetados não fluirão para os titulares dos direitos até que os ciclos de distribuição ocorram nos próximos meses.

• Os efeitos podem, portanto, não ser visíveis no curto prazo, e serão necessárias várias distribuições futuras para poder avaliar o impacto.

• Provavelmente levará até 24 meses para que todo o efeito da crise seja conhecido. Isso pode não significar que as coisas retornarão aos níveis pré-crise durante esse período. Se os usuários comerciais fecharem ou falirem, o retorno aos níveis pré-crise levará anos.

• Diferentes países estão adotando medidas diferentes, portanto os tempos e os efeitos serão diferentes de país para país.

• Diferentes medidas estão sendo implementadas por diferentes Associações de Gestão Coletiva. Por exemplo, os créditos podem ser emitidos por licenças pagas, mas não usadas. Da mesma forma, as entidades de gestão coletiva poderão oferecer extensões para usuários que pagaram, mas que suspenderam seu uso.

• Será muito prever o efeito dos usuários que falirem completamente e até que ponto não haverá pagamentos renovados no futuro.

• Os custos administrativos nas Entidades de Gestão Coletiva provavelmente aumentarão para acomodar o trabalho adicional necessário para lidar com os efeitos da crise.

• Nos casos em que as Entidades de Gestão Coletiva estão em parceria com sociedades de autores ou terceiros, deve-se esperar um impacto, potencialmente em relação a taxas, níveis de serviço e, finalmente, uma queda nas receitas recebidas.

• Questões relacionadas à reciprocidade legal entre países podem receber mais atenção durante esse período.

• É possível que os Entidades de Gestão Coletiva busquem ampliar o apoio aos membros locais de outras maneiras (por exemplo, fundos culturais, subsídios etc.), o que pode ter um impacto negativo sobre os titulares de direitos não locais. Note-se que alguns independentes podem se beneficiar disso, o que pode ser útil.

5. Pontos específicos para selos e detentores de direitos

• Os detentores de direitos precisam estar cientes de que os adiantamentos dos fundos existentes podem ajudar no curto prazo, mas estenderão o período durante o qual receitas deprimidas estarão disponíveis. Somente em casos raros as iniciativas foram implementadas pelas sociedades de cobrança para alocar recursos além do que seria devido aos titulares de direitos em circunstâncias normais.

• Ao receber um adiantamento, os titulares de direitos devem ser muito claros com base no cálculo e nos períodos levados em consideração pelo adiantamento. No caso de montantes muito adiantados estarem sujeitos a recuperação, a recuperação atrasará ainda mais o retorno aos níveis de receita pré-crise.

• Os detentores de direitos para os quais as receitas de execução pública compõem uma proporção significativa das receitas precisam agir agora para garantir que possam lidar com problemas de fluxo de caixa quando chegarem. Isso pode ser escalonado por um longo período de tempo, para abranger vários cronogramas de distribuição diferentes em diferentes países.

• Os detentores de direitos devem verificar as datas das distribuições anteriores das Entidades de Gestão Coletiva e planejar quedas na receita em momentos equivalentes nos próximos anos

• Os detentores de direitos cujos negócios dependem de vários fluxos de receita, como físico, ativo, merchant e sincronização, verão essas receitas declinarem. Todas essas atividades foram afetadas à sua maneira pela crise e, embora seja geralmente benéfico ter um mix de fluxos de receita, será problemático quando várias forem afetadas simultaneamente como resultado da natureza ampla e sem precedentes da crise.

• Os detentores de direitos para os quais as receitas de streaming e digital não são suficientes para apoiar seus negócios serão particularmente afetados pelo efeito combinado de receitas em queda do desempenho e outras receitas. A Europa Central e Oriental provavelmente seria um exemplo disso.

• As empresas devem analisar cuidadosamente seu planejamento financeiro para os próximos 12 meses e além, com o objetivo de gerenciar o fluxo de caixa. Isso é especialmente importante para empresas cujos pagamentos de execução pública representam uma proporção significativa de sua receita total, mas que ainda não viram nenhum impacto imediato da crise nesta fase inicial (abril de 2020).

• Essas empresas podem precisar conversar com seus bancos e / ou investidores para implementar medidas adequadas para gerenciar quedas significativas na receita, que podem permanecer por um longo período enquanto as receitas do setor se recuperam.

• Quando um detentor de direitos usa um agente ou parceiro para coletar receitas ou gerenciar essa área de outras maneiras, eles devem entrar em contato com seus parceiros para determinar exatamente qual será o impacto em suas receitas.

6. Pontos a serem observados pelas associações e titulares de direitos

• O setor independente internacional precisa estar ciente das várias forças complexas em jogo nesta parte da indústria e ser avisado de que o impacto no setor de direitos de execução não será imediato, mas será duradouro.

• Este documento será distribuído a todas as associações vinculadas à WIN e à IMPALA. Os destinatários devem revisar e tomar nota de quaisquer pontos relevantes para eles. Mais importante, eles devem passar o documento para os selos membros, para ajudá-los a planejar com antecedência.

• A WIN entrará em contato com as associações para verificar as reações e o feedback dos selos associados. Este documento será atualizado em conformidade.

• WIN e IMPALA estão apoiando associações na avaliação de que ajuda pode estar disponível nas Entidades de Gestão Coletiva.

• Ambas as entidades também estão apoiando esforços para incentivar as emissoras de TV e Rádio a reproduzirem mais conteúdo local.

7. Outras Questões relacionadas

• Estamos cientes de um caso em que uma Entidade de Gestão Coletiva tentou licenciar músicas gravadas usadas em “execução públicas” em plataformas digitaisinterativas. Nas plataformas de mídia social também são plataformas de música (por exemplo, Facebook, YouTube), existe um conflito óbvio de licenciamento.

• No entanto, as associações devem perguntar às Entidades de Gestão Coletiva locais quais medidas estão em vigor para licenciar execuções públicas que estão sendo transferidas para serviços de videoconferência (por exemplo, Zoom, Instagram ouFacetime). Nesse caso, a exploração passa por execução / comunicação pública para o público de maneira nãointerativa. Essas atividades podem ser licenciadas coletivamente, sujeitas aos métodos usuais em vigor para monitorar o uso, adotar regras de distribuição justas e transparentes, etc.

WIN, Abril de 2020

Worldwide Independent Network Ltd

co/WeWork, 30 Stamford Street, South Bank, London SE1 9LQ | Company no: 10058358 VAT no: 241667112

www.winformusic.org

ABMI Anuncia Plano para Amenizar os Efeitos Econômicos Causados pela COVID-19

A fim de amenizar os efeitos econômico-financeiros causados pela COVID-19, a Associação Brasileira de Música Independente – ABMI anuncia um auxílio emergencial para os Microempreendedores Individuais (MEIs). O auxílio será destinado a produtores de conteúdo criativo musical enquadrados como MEI.

_ “Ficamos felizes em aprovar com a nossa diretoria esse auxílio emergencial num momento tão delicado para o país e para a cultura em particular”, diz Carlos Mills, Presidente da ABMI. “É muito  importante a colaboração da sociedade civil organizada para combater os efeitos da crise, mas a atuação coordenada dos governos é imprescindível, em todos os níveis: Federal, Estadual e Municipal. Esperamos que nosso auxílio possa ajudar na subsistência daqueles MEIs da área cultural que tiveram suas receitas totalmente interrompidas nestas últimas semanas.”

A ABMI propõe ações em outras frentes neste artigo.

As empresas selecionadas receberão durante três meses um aporte no valor de R$ 300,00/mês, além da isenção da mensalidade da ABMI durante seis meses. Neste período, e enquanto continuar associado, o novo membro terá direito a todos os benefícios da associação.

Se você é Microempreendedor Individual e ainda não é Associado à ABMI, as inscrições podem ser feitas por esta página, entre os dias 13 e 17 de abril de 2020.

Poderão participar empreendedores enquadradas na descrição abaixo. 

“ASSOCIADOS MEI: Pessoas jurídicas sediadas no território nacional e controladas por brasileiros ou estrangeiros domiciliados no Brasil, que sejam produtoras, cessionárias ou concessionárias de pelo menos um fonograma que contenha(m) obras musicais ou litero-musicais e que por difundirem, distribuírem e/ou comercializarem por si ou por terceiros tais fonogramas possam assim ser considerados “produtores”, “selos” ou “gravadoras independentes”, enquadrando-se na classificação tributária de MEI (Microempreendedor Individual).”

Os contemplados com o auxílio de 3 parcelas de R$ 300,00 e isenção de 6 meses de mensalidade serão divulgados no dia 20/04/2020.

Sobre a ABMI

Fundada em 2002, a Associação Brasileira da Música Independente é uma entidade sem fins lucrativos que atua como a voz das empresas brasileiras no mercado fonográfico. A ABMI tem como missão organizar, capacitar e desenvolver os produtores de conteúdo criativo musical, promovendo melhores resultados financeiros, oportunidades de negócios e o seu contínuo aprimoramento.

WIN apresenta RDx e fortalece bloco da América Latina

Durante a semana de carnaval o presidente da ABMI, Carlos Mills, viajou para a Inglaterra para a reunião que apresentou a nova diretoria e os planos de 2020 da WIN – Worldwide Independent Network, fórum global para indústria da música independente.

A nova diretoria – com mais mulheres entre seus membros – tratou do RDx (Repertoire Data Exchange), sistema de gestão de dados centralizados que vai oferecer informações de fonogramas para as sociedades de gestão coletiva de todo mundo. A ferramenta está sendo desenvolvida pela WIN em parceria com a IFPI, organização que cuida dos interesses das gravadoras multinacionais. O RDx vai permitir que gravadoras e arrecadadoras alimentem e acessem todas as informações a partir de um sistema de gestão de dados central.

Outro assunto abordado foi a inclusão de novos membros no bloco Latino-Americano de associações. Brasil, Argentina e Chile já têm suas entidades. Nesse ano Colômbia e o Peru estão à caminho de também criar organizações regionais com suporte da WIN.

Mills também participou de um encontro na Merlin, que anunciou sua nova diretoria e apresentou o novo CEO. Desde janeiro no cargo, Jeremy Sirota já trabalhou na divisão de música do Facebook e na Warner Music Group.

Merlin Anuncia Nova Diretoria e a Contratação de Jeremy Sirota como CEO

  • Jeremy Sirota trabalhava no licenciamento de repertório independente para o Facebook
  • A Merlin diversifica seu conselho de diretores, elegendo oito novos nomes vindos da Austrália, Brasil, Nigéria, Holanda, Estados Unidos e Coreia do Sul

A Merlin, maior agência de licenciamento de repertório independente do mundo, anunciou hoje a nomeação de Jeremy Sirota como o novo CEO da organização.

Jeremy Sirota, executivo amplamente respeitado e atuante no setor de música e tecnologia, tem um histórico comprovado em negociar parcerias comerciais complexas e estratégicas e em impulsionar a inovação digital nos negócios de música gravada. Baseado em Nova York e Londres, ele sucede a Charles Caldas, que atuou como CEO da Merlin desde a fundação da agência em 2007.

Sirota vem da equipe de música do Facebook, onde sua atuação foi fundamental para moldar a estratégia de música digital da empresa. Enquanto estava no Facebook, trabalhou para licenciar direitos de música de gravadoras e distribuidores independentes em todo o mundo, implementando recursos inovadores de música no Facebook, Instagram, Oculus e Messenger.

A equipe de gerenciamento sênior de Merlin é composta ainda por Charlie Lexton (CCO) e Helen Alexander (CFO), ambos sediados no Reino Unido, e Jim Mahoney (vice-presidente de operações globais), sediado nos EUA. Além da nomeação de Sirota, Dave Hansen assumirá uma nova função como diretor executivo.

Com a palavra, Jeremy Sirota: “_ Estou honrado por esta oportunidade de liderar a Merlin e servir independentes em todo o mundo. A equipe de executivos e funcionários de Merlin é amplamente respeitada nas comunidades de música e plataformas digitais; espero trabalhar em estreita colaboração com eles para escrever o próximo capítulo. Com o mercado de música digital potencialmente à beira de outra onda de mudança transformadora, é vital que os independentes continuem a ter uma organização que os represente e certifique-se que o valor de seu repertório seja respeitado, acompanhando o ritmo das inovações.”

Martin Mills, do Conselho Diretor da Merlin e fundador do selo Beggars: “_  Estou muito satisfeito por termos encontrado em Jeremy um executivo com profunda experiência no mundo da tecnologia e da música para aproveitar o trabalho excepcional que Charles Caldas vinha realizando. Ele tem todas as credenciais para ajudar a escrever o próximo capítulo de Merlin. Com nosso novo CEO, a equipe executiva certa e um conselho forte e recém eleito, Merlin continuará a prosperar e capacitar os independentes nesta nova década.”

A Merlin também está anunciando o resultado da eleição bienal do conselho, com 8 novos executivos ingressando de  um total de 15 membros.

Os novos membros do conselho eleito são: Alexandria Hock (Better Noise Music), Carlos Mills (Mills Records), Chan Kim (FLUXUS, Inc), Katie Alberts (Reach Records), Marie Clausen (Ninja Tune), Merida Sussex (Stolen Recordings), Michael Ugwu (Freeme Digital) and Pieter van Rijn (FUGA).

Para refletir a perspectiva global da organização, o conselho de Merlin é dividido em três blocos territoriais com igual representação dada à América do Norte, Europa e ROW. Seguindo ordem alfabética a partir do primeiro nome, o quadro Merlin é o seguinte:

América do Norte

  • Alexandria Hock, Better Noise Music (US)
  • Darius Van Arman, Secretly Group (US)
  • Justin West, Secret City Records (Canada)
  • Katie Alberts, Reach Records (US)
  • Marie Clausen, Ninja Tune (US)

Europa

  • Emmanuel De Buretel, Because Group (France)
  • Horst Weidenmueller, !K7 Records (Germany)
  • Martin Mills, Beggars Group (UK)
  • Michel Lambot, PIAS Group (Belgium)
  • Pieter van Rijn, FUGA (Netherlands)

ROW

  • Carlos Mills, Mills Records (Brazil)
  • Chan Kim, FLUXUS (South Korea)
  • Masahiro “Jack” Oishi, Danger Crue (Japan)
  • Merida Sussex, Stolen Recordings (Australia)
  • Michael Ugwu, Freeme Digital (Nigeria)

Conselho Consultivo:

  • Chris Maund (Mushroom Group)
  • Jason Peterson (Cinq Music)
  • Nando Luaces (Altafonte Network)
  • Paul Hitchman (AWAL)

Sobre a Merlin – A Merlin é a maior agência de licenciamento digital musical independente do mundo, com membros de mais de 60 países. A agência oferece para os serviços de música digital e para empresas de tecnologia os meios para licenciar com eficiência a música independente mais relevante e comercialmente mais bem-sucedida do mundo. Isso permite que os detentores de direitos independentes capitalizem as receitas geradas por esses serviços, garantindo também que o seu repertório seja adequadamente valorado.

A Merlin representa dezenas de milhares de gravadoras independentes, distribuidores e empresas de gerenciamento de artistas. Os membros representam mais de 15% do mercado global de música gravada. Desde sua fundação, a Merlin já repassou mais de US $ 2 bilhões a seus membros.

A Merlin tem sede em Londres e escritórios em Nova York e Tóquio.

Rio Music Market Apresenta Crescimento Recorde em 2019

A sétima edição do Rio Music Market, realizada entre os dias 09 e 12 de dezembro de 2019, apresentou crescimento significativo em todas as métricas avaliadas. Pela primeira vez realizamos uma pesquisa de opinião entre os participantes. Veja a seguir alguns destaques do evento e da pesquisa realizada:

  • Mais da metade dos participantes fechou ou prospectou um NOVO NEGÓCIO durante o Rio Music Market 2019;
  • A avaliação média da qualidade dos painéis e workshops foi NOTA 8 (na escala entre 0 e 10);
  • CRESCIMENTO DE VISITAS AO SITE DE 88%, em comparação com 2018;
  • Houve um CRESCIMENTO DE 46% DE PARTICIPAÇÃO FEMININA entre palestrantes e artistas, comparado a 2018.

Veja alguns comentários feitos por participantes da nossa pesquisa (de forma anônima):

1-“Organização impecável. Única questão: temas interessantes em salas diferentes no mesmo horário… deu dó de perder algumas coisas.”

2-“Gostei muito do evento e pretendo voltar. Parabéns aos organizadores. Acho que poderiam ter mais shows e a festa de abertura poderia ser um pouco maior.”

3-“I would have liked to have some more showcases, maybe during the daytime. And more contact points between the enterprises, beer-meetings are always a good choice.”

4-“Ótima oportunidade para encontrar colegas e clientes, e se atualizar sobre os diversos assuntos da nossa indústria.”

5-“Achei o evento muito bom, o tamanho das mesas permitiu uma exposição consistente dos temas sem cansar os espectadores e todos os participantes mostraram-se muito acessíveis a trocas profissionais.”

As observações dos participantes serão consideradas nas próximas edições. Veja o resultado da pesquisa completa neste link.

A Associação Brasileira da Música Independente agradece a todos que participaram! Até 2020!

Sétima Edição do Rio Music Market reúne a Indústria da Música entre os dias 09 e 12 de Dezembro

Entre os dias 9 e 12 de dezembro, o Rio Music Market (RMK) realizará a sua sétima edição, reunindo em palestras mais de 60 profissionais originários de países como Bélgica, Reino Unido, Austrália, Estados Unidos e Chile, além do Brasil, para participar dos cerca de 30 painéis sobre as transformações e novas oportunidades da indústria da música do mundo.

Plataformas de streaming, associativismo, pagamento de royalties, tecnologias disruptivas, o direito “making available” e tendências para o futuro breve são alguns dos assuntos em pauta nas instalações do Centro de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB), na Praça Tiradentes.

“O mercado da música gravada passa por uma fase de renascimento. O Rio Music Market é a plataforma ideal para encontrar especialistas nacionais  e internacionais e aproveitar ao máximo as oportunidades. Com planejamento, conhecimento e networking podemos construir um futuro melhor”, diz Carlos Mills, presidente da Associação Brasileira da Música Independente (ABMI), realizadora do RMK em parceria com o SEBRAE/RJ.

Ao todo serão promovidos mais de 30 encontros entre profissionais do setor ao longo de três dias, além da noite de abertura no Theatro Net Rio, em Copacabana, e de duas noites de showcases no Dumont Arte Bar, na Gávea. O Rio Music Market também acolhe a última edição do ano GiRo Digital ABMI, projeto que percorreu sete estados brasileiros em 2019, apresentando workshops de especialistas.

Direitos autorais e festivais entram no debate do primeiro dia

Um dos momentos que mais prometem nesta edição será logo na abertura das mesas: uma entrevista com os executivos Helen Smith (Bélgica), Charlie Phillips (Reino Unido) e Isabel Amorim – superintendente do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) – prevista para terça, dia 10, das 10h30 às 11h30. A proposta é falar sobre a nova diretiva europeia de direitos autorais, competição e gestão de metadados centralizados e entrará em pauta a recente medida provisória que o presidente Jair Bolsonaro assinou, isentando hotéis e navios do pagamento de direitos autorais.

Em seguida, das 11h30 às 12h30, a Deezer fará um workshop e o Facebook se apresentará das 14h às 15h. Ainda no primeiro dia, haverá uma mesa sobre Festivais Nacionais e Internacionais, reunindo Monique Dardenne (Women’s Music Event, de São Paulo), Jarmeson de Lima (Festival Coquetel Molotov, de Recife) e Paula Abreu (Citypark Foundation Summerstage, de Nova York). O jornalista Leonardo Lichote foi convidado para mediar essa conversa.

O nicho dos documentários, o papel dos empresários e a afinidade da música com a literatura são temas em destaque

A estrela do segundo dia do Rio Music Market será o painel Documentários Musicais. Na quarta, dia 11, das 11h15 às 12h30, Jom Tob Azulay (Doces Bárbaros), Aline Brufato (falará sobre o documentário de Patrícia Terra sobre o Bar Semente), Marcus Fernando (filmes sobre Torquato Neto e Aldir Blanc) e Paulo Henrique Fontenelle (do famoso “Loki”, sobre o Mutante Arnaldo Baptista. Ele está rodando um doc sobre Cássia Eller) se reúnem para trocar uma ideia com mediação de Paulo Mendonça. Ainda na quarta-feira, o fundador do respeitado veículo britânico Music Ally, Paul Brindley trará uma visão atual sobre as principais tendências do mercado.

Já no terceiro e último dia, será a vez de conversar com Beco Dranoff (Brazilab), Rommel Marques (Chitãozinho e Xororó), Luis Felipe Couto (Moska e Chico César), Flora Gil (Gilberto Gil) no painel “O que faz o Empresário Artístico?” mediado por Anita Carvalho, empresária do Diogo Nogueira.

Das 14h às 15h, a mesa Música e Literatura vai aproximar as ideias de Joyce Moreno, Rodrigo Faour e Pedro de Luna, com mediação do jornalista Hugo Sukman, sobre a ligação das duas manifestações artísticas.

Outro encontro que promete esquentar o encerramento do evento é a mesa sobre Políticas Culturais, com a participação do ex-Ministro da Cultura, Marcelo Calero, da ex-Secretária Municipal de Cultura, Mariana Ribas e Carlos Mills, Presidente da Associação Brasileira da Música Independente, mediados por Daniel Neves, Presidente da Anafima e da Fremúsica, associação que advoga pelo setor no Congresso Nacional.

Júlia Vargas recebe Mestrinho e João Donato no show de abertura

Como já é tradição, a abertura do Rio Music Market sempre traz um show inédito, com artistas que nunca cruzaram acordes. No dia 9 de dezembro, segunda, às 20h, a cantora Júlia Vargas receberá o acordeonista Mestrinho e o pianista João Donato, no Theatro NET Rio, para dar partida ao evento. O show está garantido para quem tiver o passaporte, mas haverá ingressos à venda para o público em geral: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia entrada).

Showcases de brasileiros e chilenos em duas noites

Novidade da sétima edição: pela primeira vez haverá duas noites de showcases, a serem realizadas em 10 e 11 de dezembro, às 19h, no Dumont Arte Bar, na Gávea. Com curadoria de Aline Brufato, também produtora, a extensão sonora do evento apresentará quatro artistas brasileiros (Negra Jaque, Jonathan Ferr, Letto e Computambor, duo de Marcos Suzano e Marcelo Vig) na terça, dia 10, e quatro chilenos (Yorka, Chakranegra, Fakinmono e Reptilian Beats) reunidos na Noite MUSTACH #ChileRebelde na quarta, dia 11. Entrada gratuita para credenciados. Ingressos a R$ 20.

“A seleção de artistas para os showcases contemplou a diversidade e inovação da cena independente para que profissionais do mercado internacional da música – como programadores de festivais, donos de casas de shows, selos, editores e jornalistas – possam conhecê-los. E estamos felizes de fazer essa primeira edição de showcases RMK com uma noite chilena e uma brasileira”, diz Aline Brufato.

Rio Music Market | serviço

QUANDO: de 9 e 12 de dezembro, segunda a quinta-feira

ONDE: Centro de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB) – Praça Tiradentes, 69 a 71, Praça Tiradentes

QUANTO: Passaportes a R$ 360, com direito a participar de todo o evento

SITE OFICIAL: www.riomusicmarket.com.br

 

BELMIRA COMUNICAÇÃO

Monica Ramalho (21) 9.9163.0840 – monica@belmira.com.br

Rafael Millon (21) 9.8558.9849 – rafael@belmira.com.br

WIN e IFPI Anunciam Sistema de Gestão de Dados Mundial Unificado

WIN e IFPI  anunciam hoje projeto de criação de um sistema de gestão de dados centralizado para a música, o ‘Repertoire Data Exchange’ (RDx). O RDx vai permitir que gravadoras, selos e entidades de gestão coletiva (MLCs) possam submeter e acessar dados sobre fonogramas a partir de uma única fonte certificada.

As gravadoras têm historicamente utilizado uma variedade de processos e padrões para fornecer dados para as entidades de gestão coletiva em todo o mundo, o que torna o processo moroso e pouco eficiente. Com o RDx, entidades de gestão coletiva de todos os tamanhos e de qualquer país poderão acessar dados a partir de uma única fonte certificada. Será utilizado o padrão DDEX MLC. A medida vai trazer melhorias na confiabilidade e na eficiência da gestão dos dados.

A partir de um rigoroso processo seletivo, a IFPI e a WIN selecionaram a britânica PPL para administrar o RDx.

Frances Moore, CEO da IFPI:

“As gravadoras continuam a investindo e melhorando a precisão e a gestão dos dados, em diversas áreas da indústria. RDx é um exemplo típico de uma iniciativa que vai beneficiar a todos os envolvidos. Vai melhorar o desempenho e diminuir os custos para os titulares, ao mesmo tempo em que vai permitir que as entidades de gestão coletiva acessem dados certificados de repertório a partir de uma fonte única – proporcionando pagamentos mais rápidos e mais precisos. Estamos muito agradecidos às entidades de gestão coletiva e às gravadoras parceiras que vêm trabalhando em estreita colaboração conosco. Estamos ansiosos para trazer mais entidades de gestão coletiva e mais titulares, conforme o serviço comece a funcionar.”

Charlie Phillips, COO da WIN:

“Direitos de execução pública são cada vez mais importantes para as gravadoras independentes.  Com a música se tornando global, o repertório dos independentes vem se tornando cada vez mais importante fora de seu território de origem.  Historicamente, a gestão internacional de dados mostra-se complicada para os produtores independentes. Por esta razão a WIN está apoiando o desenvolvimento do RDx desde a sua concepção inicial, iniciada há muitos anos atrás.  Estamos muito satisfeitos com o trabalho conjunto que a indústria desenvolveu para criar um serviço que beneficia a todos.  Aguardamos com otimismo as próximas etapas desta colaboração com a IFPI, que promete muitos benefícios conforme o RDx vai ganhando escala.”

Peter Leathem, CEO da PPL (TBC):

“Temos investido muito em tecnologia e processamento de dados ultimamente, o que nos proporcionou liderar o desenvolvimento do RDx, de modo complementar às nossas operações normais. Estamos bem posicionados para ajudar a IFPI e a WIN a enfrentar os desafios de Big Data, a partir de nosso experiência com DDEX, nosso relacionamento com os titulares ao redor do mundo e nosso expertise gerenciando gigantescos volumes de dados fonográficos a cada semana. Este é um passo importante para a gestão de dados em nível global e estamos orgulhosos de fazer parte desta solução inovadora de iniciativa da IFPI e da WIN.”

RDx é o resultado da colaboração de um amplo grupo de entidades da indústria, liderados pela IFPI e pela WIN. O desenvolvimento do RDx recebe o apoio técnico do seguinte grupo: Beggars Group, PIAS, Sony Music Entertainment, Universal Music Group, Warner Music Group e Consolidated Independent/State51, PPL, Re:Sound, SENA e Gramex Finland. O início das operações está previsto para 2020.

IFPI é a organização que promove os interesses da indústria internacional da música.  Possui cerca de 1300 membros, espalhados por quase 60 países. A missão da IFPI é valorizar a música gravada, advogar em favor dos produtores musicais e expandir o uso comercial da música em todos os mercados onde seus membros operam.

A missão da WIN é apoiar as associações de produtores musicais independentes. Fundada em 2006 em resposta aos desafios de acesso ao mercado global por parte dos independentes, a WIN tem entre seus membros estão as associações mais ativas dos principais mercados de música do mundo: ABMI (Brasil), A2IM (Estados Unidos), AIR (Australia), CIMA (Canada), IMCJ (Japão), IMICHILE (Chile), IMNZ (Nova Zelandia), LIAK (Coreia do Sul) e IMPALA (Europa).

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