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Artistas independentes são 53% nas paradas de sucesso do streaming, revela pesquisa da ABMI

ESTUDO TRAZ DADOS DE PLATAFORMAS DIGITAIS, AVALIA TENDÊNCIAS E IDENTIFICA DESAFIOS PARA O SETOR

 

DESTAQUES:

  • 53,5% dos artistas que frequentaram o TOP 200 do Spotify são independentes
  • 15% da receita das empresas pesquisadas vem de fora do Brasil
  • 50% das receitas vêm do ambiente digital
  • O Amazon Prime Music já passou a Deezer em número de assinantes e perde para o Spotify, que detém 61% dos assinantes
  • 89% dos entrevistados estão otimistas em relação ao futuro
  • As distribuidoras tiveram efeitos econômicos positivos em função da pandemia

 

A Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) acaba de apresentar os resultados da Pesquisa do Mercado Brasileiro da Música Independente, que mapeia um setor em franca expansão. As principais informações foram apresentadas ao vivo no evento online GiRo Digital ABMI, nesta quinta-feira, 15 de outubro. Os dados foram coletados em duas frentes: uma avaliação dos dados das principais plataformas de streaming referentes a 2019 e parte de 2020 e entrevistas em profundidade com 60 empresas – 50 associadas e 10 não-associadas convidadas – entre editoras, produtoras de evento, produtoras audiovisuais e estúdios.

 

“Estamos felizes em poder compartilhar os resultados da nossa pesquisa, que revela dados importantes para entendermos melhor a dinâmica do mercado. Assim, podemos ser mais eficazes ao orientar os profissionais da indústria. Os independentes estão ganhando cada vez mais espaço e entram na disputa pelo topo das paradas de sucesso. A democratização proporcionada pelas plataformas digitais de áudio tem sido muito benéfica para produtores e artistas independentes”, afirma Carlos Mills, Presidente da ABMI.

 

Os resultados apontam que 50% do faturamento das empresas pesquisadas vêm das plataformas digitais. “Ou seja, elas são fundamentais para entendermos a dinâmica da música independente, as oportunidades que se abrem a partir da nova onda de digitalização do ambiente e os desafios que vamos enfrentar. Especialmente agora num momento pós-pandêmico em que o consumo da música digital se ampliou para um patamar que deve se manter muito alto,” aposta Leo Morel, Coordenador da pesquisa.

 

A análise identificou que gravadoras, distribuidoras e MEIs enfrentam desafios distintos no momento atual. Para as gravadoras, é preciso focar na adaptação ao mercado cada vez mais digital. Já as distribuidoras digitais – que mediam a relação entre artistas e plataformas – devem focar os esforços na ampliação e manutenção do catálogo e na atualização constante dos cadastros. Já os microempreendedores individuais devem se concentrar em viabilizar a geração de renda ampliando as formas de entrada dos recursos.

 

Os resultados da pesquisa sobre as plataformas de streaming apontam, entre outras informações, a impressionante participação de artistas independentes no TOP 200 do Spotify ao longo de 2019: 53,5%. O número levantado pela ABMI inclui artistas ligados a gravadoras e selos independentes, além de auto-produzidos, com base na Propriedade do Fonograma e não dos canais de distribuição.

 

“Durante a realização do estudo, focamos em entender as necessidades do mercado para poder trazer dados que nos façam compreender melhor o setor da música independente e que nos ajudem a enxergá-lo com mais clareza. A partir de tudo o que extraímos, evidenciamos a clara expansão dos independentes e detectamos os possíveis desafios que as empresas podem enfrentar”, completa Morel.

 

Ainda de acordo com a ABMI, a Amazon Music já é o segundo serviço de streaming com maior número de assinantes no Brasil. A plataforma possui 12% de participação de mercado, ficando atrás apenas do Spotify, que detém 61% dos assinantes. A Deezer vem em terceiro lugar, com 9%.

 

A pesquisa completa será disponibilizada nos próximos dias. O estudo foi realizado em duas frentes. As empresas internacionais Chartmetric e Counterpoint foram responsáveis pelo levantamento de dados quantitativos. E a brasileira LV Pesquisa realizou a pesquisa junto às empresas. A iniciativa tem o apoio da WIN e do MERLIN.

 

Sobre a ABMI

 

Fundada em 2002, a Associação Brasileira da Música Independente é uma entidade sem fins lucrativos, que atua como a voz das empresas brasileiras no mercado fonográfico. Com o objetivo de promover maior a integração do mercado brasileiro ao mercado mundial de música gravada, sua missão é organizar, capacitar e desenvolver os produtores de conteúdo criativo musical, possibilitando melhores resultados financeiros, oportunidades de negócios e o seu contínuo aprimoramento. A ABMI tem assento na WIN – Worldwide Independent Network – associação mundial de gravadoras e associações independentes, com mais de 800 associados em todo o mundo. Além da WIN, a ABMI participa ativamente da MERLIN, que vem se revelando o mais importante articulador de negócios da música em ambientes digitais em todo o mundo. A instituição é a maior e mais importante articuladora política do setor, tendo comandado o movimento de imunidade tributária da música brasileira através da PEC 123/2011, mais conhecida como a PEC da Música. Além disso, a ABMI trabalha para reduzir o déficit de inclusão digital de seus representados e para criar a estrutura necessária para recolher e administrar os novos direitos sobre licenças decorrentes de usos digitais para as gravadoras e artistas nacionais. Os benefícios da gestão coletiva da ABMI serão percebidos inicialmente por seus associados e, na sequência, estendidos ao setor como um todo, contribuindo assim para a sua organização, consolidação e fortalecimento comercial.

Novo Sistema de Gestão de Dados da Indústria da Música Entra em Operação (RDx)

Sistema permite que gravadoras troquem dados com entidades de gestão coletiva em todo o mundo por meio de um hub único e centralizado.

14 de outubro de 2020 – Trabalhando em conjunto em nome da indústria fonográfica global, WIN e IFPI anunciaram hoje que seu serviço de troca de dados de repertório global (RDx) está plenamente operacional, intercambiando dados entre gravadoras e entidades de gestão coletiva.

Quando uma música é executada em locais de frequência coletiva, o licenciamento e o recolhimento dos direitos são feitos por empresas de gestão coletiva (Music Licensing Companies – MLCs, sigla em inglês). As taxas de licença para o uso destas gravações são distribuídas aos titulares de direitos através das entidades de gestão coletiva, que usam como referência bancos de dados  com informações sobre estes direitos. O RDx visa trazer maior simplicidade, através de um padrão mais eficiente para a troca de dados entre os detentores dos direitos e as entidades de gestão coletiva em todo o mundo.

O RDx simplifica o processo de manipulação de dados, oferecendo aos titulares de todos os portes (e de qualquer país) um único ponto de registro para fornecer seus dados de repertório em um formato padronizado (DDEX RDR) que pode ser acessado de forma rápida e fácil pelas entidades de gestão coletiva participantes. Isso ajudará a aumentar a velocidade de processamento, e a melhorar a precisão e a eficiência na distribuição das receitas e a detecção de conflitos.

Após uma solicitação de propostas em 2018 e um processo seletivo robusto, a PPL UK foi selecionada para desenvolver e operar os sistemas de tecnologia que sustentam o RDx. Com a conclusão do projeto 12 meses após a contratação, o RDx foi lançado dentro do prazo e do orçamento – e agora está no ar e trocando dados entre as partes participantes.

Muitas gravadoras líderes, incluindo Beggars Group, Sony Music, state51 Music Group, Universal Music Group e Warner Music Group juntaram-se à RDx para carregar seus dados de repertório. GRAMEX Finland (Finlândia), PPL (Reino Unido), Re: Sound (Canada) e SENA (Holanda) são as primeiras entidades de gestão coletiva a receber os dados. Elas estão substituindo seus feeds antigos pelo novo sistema. Novas Gravadoras e novas MLCs vão aderir à RDx nos próximos meses. Até o momento, mais de um milhão de dados de repertório foram trocadas entre gravadoras e empresas de licenciamento de música.

Frances Moore, presidente-executivo da IFPI: “As empresas musicais priorizaram o desenvolvimento e o investimento em sistemas para que os dados musicais sejam gerenciados e divulgados com precisão. Agora disponível e disponível em todo o mundo, o RDx contribuirá significativamente para esse objetivo.  O acréscimo de mais e mais gravadoras e MLCs proporcionará maior eficiência operacional e redução de custos para os detentores de direitos musicais, ao mesmo tempo em que permitirá que os MLCs utilizem dados de repertório oficiais de um único ponto – aumentando ainda mais a velocidade de distribuição da receita.”

Charlie Phillips, Diretor de Operações da WIN: “RDx é uma ferramenta que pode simplificar substancialmente a entrega pelas gravadoras independentes de seu repertório para empresas de licenciamento de música em todo o mundo. A WIN há muito defende os benefícios de um ‘único ponto de entrada global’ para dados de direitos de execução pública, disponível para todos os titulares de direitos e MLCs. A joint venture 50/50 entre WIN e IFPI alcançou esse objetivo.”

Peter Leathem, CEO da PPL: “Estamos muito satisfeitos por termos sido selecionados pela IFPI e pela WIN para fornecer RDx, e estamos orgulhosos por termos sido capazes de lançar um serviço tão inovador e transformador dentro do prazo e do orçamento. Como um usuário de RDx, PPL já começa a ver os benefícios da padronização e qualidade aprimoradas de dados de repertório, e a automação e eficiência que o RDx permite. ”

Otis Quinn, CTO da Re: Sound: “Re: Sound faz parte da equipe do projeto RDx desde o início devido à importância central dos dados para o que fazemos. Dados confiáveis trazem transparência e precisão e nos permitem pagar aos titulares de direitos de forma mais eficiente. O volume de dados com que lidamos cresceu exponencialmente e as gravações canadenses são usadas em todo o mundo. RDx é uma parte fundamental do ecossistema de dados para nós e para os outros.”

Sobre IFPI

IFPI é a organização que promove os interesses da indústria fonográfica internacional em todo o mundo. Seus membros incluem cerca de 1.300 grandes empresas em quase 60 países. Também possui grupos industriais afiliados em 56 países. A missão da IFPI é promover o valor da música gravada, fazer campanha pelos direitos dos produtores musicais e expandir o uso comercial da música gravada em todos os mercados onde seus membros operam.

Sobre WIN

A Worldwide Independent Network existe para apoiar a comunidade global de organizações independentes de comércio de música. Foi fundada em 2006 em resposta aos problemas comerciais, criativos e de acesso ao mercado enfrentados por independentes em todo o mundo. Seus membros abrangem todos os continentes, com associações comerciais em todos os mercados musicais bem estabelecidos assumindo um papel particularmente ativo, incluindo ABMI (Brasil), A2IM (EUA), AIR (Austrália), CIMA (Canadá), IMCJ (Japão), IMICHILE (Chile), IMNZ (Nova Zelândia), LIAK (Coréia do Sul) e IMPALA representando associações na Europa.

Sobre a ABMI

Fundada em 2002, a Associação Brasileira da Música Independente é uma entidade sem fins lucrativos que atua como a voz das empresas brasileiras no mercado fonográfico. A ABMI tem como missão organizar, capacitar e desenvolver os produtores de conteúdo criativo musical, promovendo melhores resultados financeiros, oportunidades de negócios e o seu contínuo aprimoramento.

Associados ABMI no Latin Grammy

A ABMI parabeniza e comemora junto aos nossos parceiros e associados com álbuns indicados ao Latin Grammy 2020!

Melhor Álbum Instrumental

CARTOGRAFIAS, de Caetano Brasil
[Caetano Brasi (dist. Tratore)]

Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa

LITTLE ELECTRIC CHICKEN HEART, de Ana Frango Elétrico
[Risco/Tratore]

Melhor Álbum de Samba/Pagode

MANGUEIRA – A MENINA DOS MEUS OLHOS, deMaria Bethânia
[Quitanda / Biscoito Fino]

SAMBA JAZZ DE RAIZ, CLÁUDIO JORGE 70, de Cláudio Jorge
[Mills Records]

FAZENDO SAMBA, de Moacyr Luz e Samba do Trabalhador
[Biscoito Fino]

Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa

ACASO CASA AO VIVO, de Mariene De Castro e Almério
[Biscoito Fino]

Rio Music Market 2020 levanta temas de interesse do mercado

A Conferência de Música internacional Rio Music Market (RMK) que acontecerá em dezembro de 2020 no Rio de Janeiro vai para a sua 8ª edição. Para montar a grade de programação, os organizadores consultaram os participantes do evento de anos anteriores. A Conferência tem por tradição uma forte programação de workshops e painéis, com a colaboração dos mais renomados profissionais do Brasil e do exterior.

Depois de um mês de consulta, alguns dados interessantes foram mapeados. Os dois assuntos que mais despertaram o interesse dos participantes foram ferramentas de Marketing Digital e caminhos alternativos para a Distribuição Digital Direta. A ABMI já vinha oferecendo capacitação na área de Marketing Digital através do projeto GiRo Digital ABMI; essa área será reforçada durante o RMK2020. Já o assunto Distribuição Digital Direta vai ganhar um módulo específico.

Entre os tópicos mais mencionados espontaneamente, destacam-se: monetização de lives, gestão de carreiras e oportunidades para novos artistas. Outros temas que atraíram a atenção dos profissionais foram: novas tecnologias aplicadas à música (AI, blockchain, big data), aspectos jurídicos ligados à música e sincronização.

Para acessar a pesquisa completa, siga este link.

Sobre a ABMI

Fundada em 2002, a Associação Brasileira da Música Independente é uma entidade sem fins lucrativos que atua como a voz das empresas brasileiras no mercado fonográfico. A ABMI tem como missão organizar, capacitar e desenvolver os produtores de conteúdo criativo musical, promovendo melhores resultados financeiros, oportunidades de negócios e o seu contínuo aprimoramento.

ABMI Inicia Pesquisa para Mapear o Setor da Música Independente

A Associação Brasileira da Música Independente inicia esta semana pesquisa de mercado para mapear o setor da música independente brasileira. Alguns eixos da pesquisa são:

  • Participação da música independente no market share nacional;
  • Censo com todos os associados da ABMI;
  • Estudos de caso;
  • Indicadores: empregos gerados, estilos musicais trabalhados, quantidade anual de lançamentos, diversidade de gênero;
  • Efeitos da pandemia;
  • Tendências do mercado.

“_Estamos muito felizes em anunciar esta iniciativa pioneira. Pesquisas de mercado são fundamentais para traçar metas, identificar tendências e orientar políticas públicas. Pela primeira vez desde a criação da ABMI teremos um panorama completo e abrangente do mercado da música gravada independente brasileira.” anuncia Carlos Mills, presidente da ABMI.

A pesquisa será coordenada pelo músico, economista e pesquisador Léo Morel e contará com a participação das empresas Chartmetric e LV Pesquisa. A iniciativa tem o apoio da WIN e da Merlin.

Os associados da ABMI serão contactados pelo Diretor Executivo Sérgio Mendonça já a partir desta semana para o agendamento das entrevistas.

Sobre a ABMI

Fundada em 2002, a Associação Brasileira da Música Independente é uma entidade sem fins lucrativos que atua como a voz das empresas brasileiras no mercado fonográfico. A ABMI tem como missão organizar, capacitar e desenvolver os produtores de conteúdo criativo musical, promovendo melhores resultados financeiros, oportunidades de negócios e o seu contínuo aprimoramento.

“O Value Gap no Setor da Música é Injusto”, afirma o Copyright Office Americano

O Copyright Office, órgão do governo americano que regulamenta os direitos autorais nas plataformas digitais, publicou um estudo em maio de 2020  afirmando que o chamado “Safe Harbor” é injusto na forma como está hoje implementado.  Safe Harbor (ou Porto Seguro, em tradução livre) é o tratamento diferenciado dado a plataformas que usam conteúdos subidos pelos usuários (UGC, User-generated Content), como o YouTube por exemplo. Diferentemente do que acontece em plataformas onde o conteúdo é disponibilizado pelos titulares diretamente (como Stotify, Apple Music e Deezer, entre outros), as plataformas UGC conseguem condições de licenciamento mais favoráveis. A consequência direta é uma redução nos valores remuneração pagos aos titulares, por cada utilização da obra, a percentuais que variam entre 50% e 1.000% de acordo com estudos da ABMI. O estudo da ABMI também apurou que, se as chamadas plataformas UGC pagassem com base nos valores médios de mercado, o faturamento da indústria no ano de 2018 teria sido pelo menos 30% maior, dado o grande volume de conteúdo que transita por estes meios. O nome dado a esta diferença de pagamento a menor é “Value Gap” (Abismo de Valores).

Em seu estudo, o Copyright Office aponta áreas em que “o Congresso pode considerar uma legislação para reconstruir o equilíbrio original entre os titulares e os provedores de serviços on-line.” Um pronunciamento conjunto do setor sobre o relatório recém-publicado, incluindo RIAA, NMPA, A2IM, SONA, SoundExchange e MAC afirma que “_Como este relatório deixa claro, o sistema atual está quebrado – especialmente quando se trata das chamadas UGC. Para prosperarem, as plataformas devem se tornar participantes responsáveis no ecossistema musical.”

Já a entidade The Artists Rights Alliance, que representa artistas, disse que “_ Simplificando o “jurisdiquês”, este relatório descreve uma verdade nua e crua: os monopólios da tecnologia estão falhando com artistas, compositores e fãs de música. E eles não poderiam estar se importando menos … Se pudéssemos obter decência comum dos gigantes do Vale do Silício, poderíamos encontrar soluções para muitas dessas questões sem alterações na lei. Os Comitês Judiciários solicitaram este relatório e agora devem pressionar as empresas de tecnologia a encontrar essas soluções e insistir para que os criadores independentes estejam sentados à mesa. Se isso falhar, o Congresso deve agir.”

Ferramenta de Gestão para Associados da ABMI

A ABMI, em parceria com a Smart Rights, oferece a seus associados oportunidade de acesso à ferramenta de gestão com isenção da licença anual. A ferramenta funciona como um SaaS (Sistema como Serviço) e tem como um dos atrativos facilitar a administração de royalties e relatórios recebidos das plataformas digitais (ingestão de dados, pagamentos, análises) para artistas, selos, gravadoras e distribuidoras .

A SMART RIGHTS é uma empresa de tecnologia associada à ABMI que desenvolveu a plataforma com base em inteligência artificial para ajudar editoras, selos e distribuidoras na tarefa árdua de processar diversos relatórios e pagamentos ao mesmo tempo, com agilidade e previsibilidade. Algumas das funcionalidades incluem: ● Folhas de pagamentos por split de contratos: ○ editora / autor(es); ○ gravadora / artista(s); ● Resumos de performance de obras, fonogramas, produtos, canais e vídeos em gráficos analíticos; ● Registro em blockchain da atividade de cada usuário; ● Acesso via web e aplicativo (iOS e Android); ● Armazenamento de masters com total segurança; ● Segurança e privacidade de acordo com a nova lei de proteção de dados (LGPD); ● Exportação de dados nos formatos padrões da indústria. Relatórios processados: ● Plataformas de streaming; ● Autoral Digital: Backoffice Music Services e Abramus; ● Sync; ● Youtube direto – (Network); ● Padrões da indústria: CWR e DDEX

Os interessados em aproveitar a oportunidade devem preencher esta FICHA DE CADASTRO.

Para tirar dúvidas, esclarecimentos e obter informações comerciais, entre em contato com o representante da empresa: James Lima – Whatsapp – (11) 97332-0144 – E-mail: james@smartrights.com

ABMI Anuncia Plano para Amenizar os Efeitos Econômicos Causados pela COVID-19

A fim de amenizar os efeitos econômico-financeiros causados pela COVID-19, a Associação Brasileira de Música Independente – ABMI anuncia um auxílio emergencial para os Microempreendedores Individuais (MEIs). O auxílio será destinado a produtores de conteúdo criativo musical enquadrados como MEI.

_ “Ficamos felizes em aprovar com a nossa diretoria esse auxílio emergencial num momento tão delicado para o país e para a cultura em particular”, diz Carlos Mills, Presidente da ABMI. “É muito  importante a colaboração da sociedade civil organizada para combater os efeitos da crise, mas a atuação coordenada dos governos é imprescindível, em todos os níveis: Federal, Estadual e Municipal. Esperamos que nosso auxílio possa ajudar na subsistência daqueles MEIs da área cultural que tiveram suas receitas totalmente interrompidas nestas últimas semanas.”

A ABMI propõe ações em outras frentes neste artigo.

As empresas selecionadas receberão durante três meses um aporte no valor de R$ 300,00/mês, além da isenção da mensalidade da ABMI durante seis meses. Neste período, e enquanto continuar associado, o novo membro terá direito a todos os benefícios da associação.

Se você é Microempreendedor Individual e ainda não é Associado à ABMI, as inscrições podem ser feitas por esta página, entre os dias 13 e 17 de abril de 2020.

Poderão participar empreendedores enquadradas na descrição abaixo. 

“ASSOCIADOS MEI: Pessoas jurídicas sediadas no território nacional e controladas por brasileiros ou estrangeiros domiciliados no Brasil, que sejam produtoras, cessionárias ou concessionárias de pelo menos um fonograma que contenha(m) obras musicais ou litero-musicais e que por difundirem, distribuírem e/ou comercializarem por si ou por terceiros tais fonogramas possam assim ser considerados “produtores”, “selos” ou “gravadoras independentes”, enquadrando-se na classificação tributária de MEI (Microempreendedor Individual).”

Os contemplados com o auxílio de 3 parcelas de R$ 300,00 e isenção de 6 meses de mensalidade serão divulgados no dia 20/04/2020.

Sobre a ABMI

Fundada em 2002, a Associação Brasileira da Música Independente é uma entidade sem fins lucrativos que atua como a voz das empresas brasileiras no mercado fonográfico. A ABMI tem como missão organizar, capacitar e desenvolver os produtores de conteúdo criativo musical, promovendo melhores resultados financeiros, oportunidades de negócios e o seu contínuo aprimoramento.

WIN e IFPI Anunciam Sistema de Gestão de Dados Mundial Unificado

WIN e IFPI  anunciam hoje projeto de criação de um sistema de gestão de dados centralizado para a música, o ‘Repertoire Data Exchange’ (RDx). O RDx vai permitir que gravadoras, selos e entidades de gestão coletiva (MLCs) possam submeter e acessar dados sobre fonogramas a partir de uma única fonte certificada.

As gravadoras têm historicamente utilizado uma variedade de processos e padrões para fornecer dados para as entidades de gestão coletiva em todo o mundo, o que torna o processo moroso e pouco eficiente. Com o RDx, entidades de gestão coletiva de todos os tamanhos e de qualquer país poderão acessar dados a partir de uma única fonte certificada. Será utilizado o padrão DDEX MLC. A medida vai trazer melhorias na confiabilidade e na eficiência da gestão dos dados.

A partir de um rigoroso processo seletivo, a IFPI e a WIN selecionaram a britânica PPL para administrar o RDx.

Frances Moore, CEO da IFPI:

“As gravadoras continuam a investindo e melhorando a precisão e a gestão dos dados, em diversas áreas da indústria. RDx é um exemplo típico de uma iniciativa que vai beneficiar a todos os envolvidos. Vai melhorar o desempenho e diminuir os custos para os titulares, ao mesmo tempo em que vai permitir que as entidades de gestão coletiva acessem dados certificados de repertório a partir de uma fonte única – proporcionando pagamentos mais rápidos e mais precisos. Estamos muito agradecidos às entidades de gestão coletiva e às gravadoras parceiras que vêm trabalhando em estreita colaboração conosco. Estamos ansiosos para trazer mais entidades de gestão coletiva e mais titulares, conforme o serviço comece a funcionar.”

Charlie Phillips, COO da WIN:

“Direitos de execução pública são cada vez mais importantes para as gravadoras independentes.  Com a música se tornando global, o repertório dos independentes vem se tornando cada vez mais importante fora de seu território de origem.  Historicamente, a gestão internacional de dados mostra-se complicada para os produtores independentes. Por esta razão a WIN está apoiando o desenvolvimento do RDx desde a sua concepção inicial, iniciada há muitos anos atrás.  Estamos muito satisfeitos com o trabalho conjunto que a indústria desenvolveu para criar um serviço que beneficia a todos.  Aguardamos com otimismo as próximas etapas desta colaboração com a IFPI, que promete muitos benefícios conforme o RDx vai ganhando escala.”

Peter Leathem, CEO da PPL (TBC):

“Temos investido muito em tecnologia e processamento de dados ultimamente, o que nos proporcionou liderar o desenvolvimento do RDx, de modo complementar às nossas operações normais. Estamos bem posicionados para ajudar a IFPI e a WIN a enfrentar os desafios de Big Data, a partir de nosso experiência com DDEX, nosso relacionamento com os titulares ao redor do mundo e nosso expertise gerenciando gigantescos volumes de dados fonográficos a cada semana. Este é um passo importante para a gestão de dados em nível global e estamos orgulhosos de fazer parte desta solução inovadora de iniciativa da IFPI e da WIN.”

RDx é o resultado da colaboração de um amplo grupo de entidades da indústria, liderados pela IFPI e pela WIN. O desenvolvimento do RDx recebe o apoio técnico do seguinte grupo: Beggars Group, PIAS, Sony Music Entertainment, Universal Music Group, Warner Music Group e Consolidated Independent/State51, PPL, Re:Sound, SENA e Gramex Finland. O início das operações está previsto para 2020.

IFPI é a organização que promove os interesses da indústria internacional da música.  Possui cerca de 1300 membros, espalhados por quase 60 países. A missão da IFPI é valorizar a música gravada, advogar em favor dos produtores musicais e expandir o uso comercial da música em todos os mercados onde seus membros operam.

A missão da WIN é apoiar as associações de produtores musicais independentes. Fundada em 2006 em resposta aos desafios de acesso ao mercado global por parte dos independentes, a WIN tem entre seus membros estão as associações mais ativas dos principais mercados de música do mundo: ABMI (Brasil), A2IM (Estados Unidos), AIR (Australia), CIMA (Canada), IMCJ (Japão), IMICHILE (Chile), IMNZ (Nova Zelandia), LIAK (Coreia do Sul) e IMPALA (Europa).

Quarta etapa do GiRo Digital aconteceu em Santa Rita do Sapucaí-MG

Da esquerda para a direita: Maurício Bussab, Elisa Eisenlohr, Marina Mattoso, Carlos Mills, Marcelo Cabanas e Leo Morel.

No dia 5 de setembro o GiRo Digital, que já passou por São Paulo, Curitiba e Brasília, fez sua primeira edição fora de capitais. Foi em Santa Rita do Sapucaí-MG, conhecida como o Vale do Silício Brasileiro, no dia da abertura da Hack Town.

Ocupando uma sala do agradável SIS Coworking, o GiRo Digital contou com palestras com Carlos Mills (presidente da ABMI), Marina Mattoso (Jangada), Leo Morel (iMusics), Maurício Bussab (Tratore) e Elisa Eisenlohr (UBC). Durante o evento, o mercado digital da música foi bastante discutido e analisado, sempre numa constante troca entre os palestrantes e o público presente.

Alguns do palestrantes do GiRo Digital também participaram da Hack Town. Leo Morel apresentou a palestra “O que o mercado da música não te conta?”; Carlos Mills falou sobre “Plataformas Digitais e o Mercado da Música: Disrupção e Reconstrução” e Elisa Eisenlohr com “Como potencializar os rendimentos da sua música com direitos autorais”.

As próximas etapas do GiRo Digital serão em Porto Alegre, Recife e Rio de Janeiro. Em breve as inscrições estarão abertas em https://abmi.com.br/giro-digital-abmi/

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