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Merlin Anuncia Nova Diretoria e a Contratação de Jeremy Sirota como CEO

  • Jeremy Sirota trabalhava no licenciamento de repertório independente para o Facebook
  • A Merlin diversifica seu conselho de diretores, elegendo oito novos nomes vindos da Austrália, Brasil, Nigéria, Holanda, Estados Unidos e Coreia do Sul

A Merlin, maior agência de licenciamento de repertório independente do mundo, anunciou hoje a nomeação de Jeremy Sirota como o novo CEO da organização.

Jeremy Sirota, executivo amplamente respeitado e atuante no setor de música e tecnologia, tem um histórico comprovado em negociar parcerias comerciais complexas e estratégicas e em impulsionar a inovação digital nos negócios de música gravada. Baseado em Nova York e Londres, ele sucede a Charles Caldas, que atuou como CEO da Merlin desde a fundação da agência em 2007.

Sirota vem da equipe de música do Facebook, onde sua atuação foi fundamental para moldar a estratégia de música digital da empresa. Enquanto estava no Facebook, trabalhou para licenciar direitos de música de gravadoras e distribuidores independentes em todo o mundo, implementando recursos inovadores de música no Facebook, Instagram, Oculus e Messenger.

A equipe de gerenciamento sênior de Merlin é composta ainda por Charlie Lexton (CCO) e Helen Alexander (CFO), ambos sediados no Reino Unido, e Jim Mahoney (vice-presidente de operações globais), sediado nos EUA. Além da nomeação de Sirota, Dave Hansen assumirá uma nova função como diretor executivo.

Com a palavra, Jeremy Sirota: “_ Estou honrado por esta oportunidade de liderar a Merlin e servir independentes em todo o mundo. A equipe de executivos e funcionários de Merlin é amplamente respeitada nas comunidades de música e plataformas digitais; espero trabalhar em estreita colaboração com eles para escrever o próximo capítulo. Com o mercado de música digital potencialmente à beira de outra onda de mudança transformadora, é vital que os independentes continuem a ter uma organização que os represente e certifique-se que o valor de seu repertório seja respeitado, acompanhando o ritmo das inovações.”

Martin Mills, do Conselho Diretor da Merlin e fundador do selo Beggars: “_  Estou muito satisfeito por termos encontrado em Jeremy um executivo com profunda experiência no mundo da tecnologia e da música para aproveitar o trabalho excepcional que Charles Caldas vinha realizando. Ele tem todas as credenciais para ajudar a escrever o próximo capítulo de Merlin. Com nosso novo CEO, a equipe executiva certa e um conselho forte e recém eleito, Merlin continuará a prosperar e capacitar os independentes nesta nova década.”

A Merlin também está anunciando o resultado da eleição bienal do conselho, com 8 novos executivos ingressando de  um total de 15 membros.

Os novos membros do conselho eleito são: Alexandria Hock (Better Noise Music), Carlos Mills (Mills Records), Chan Kim (FLUXUS, Inc), Katie Alberts (Reach Records), Marie Clausen (Ninja Tune), Merida Sussex (Stolen Recordings), Michael Ugwu (Freeme Digital) and Pieter van Rijn (FUGA).

Para refletir a perspectiva global da organização, o conselho de Merlin é dividido em três blocos territoriais com igual representação dada à América do Norte, Europa e ROW. Seguindo ordem alfabética a partir do primeiro nome, o quadro Merlin é o seguinte:

América do Norte

  • Alexandria Hock, Better Noise Music (US)
  • Darius Van Arman, Secretly Group (US)
  • Justin West, Secret City Records (Canada)
  • Katie Alberts, Reach Records (US)
  • Marie Clausen, Ninja Tune (US)

Europa

  • Emmanuel De Buretel, Because Group (France)
  • Horst Weidenmueller, !K7 Records (Germany)
  • Martin Mills, Beggars Group (UK)
  • Michel Lambot, PIAS Group (Belgium)
  • Pieter van Rijn, FUGA (Netherlands)

ROW

  • Carlos Mills, Mills Records (Brazil)
  • Chan Kim, FLUXUS (South Korea)
  • Masahiro “Jack” Oishi, Danger Crue (Japan)
  • Merida Sussex, Stolen Recordings (Australia)
  • Michael Ugwu, Freeme Digital (Nigeria)

Conselho Consultivo:

  • Chris Maund (Mushroom Group)
  • Jason Peterson (Cinq Music)
  • Nando Luaces (Altafonte Network)
  • Paul Hitchman (AWAL)

Sobre a Merlin – A Merlin é a maior agência de licenciamento digital musical independente do mundo, com membros de mais de 60 países. A agência oferece para os serviços de música digital e para empresas de tecnologia os meios para licenciar com eficiência a música independente mais relevante e comercialmente mais bem-sucedida do mundo. Isso permite que os detentores de direitos independentes capitalizem as receitas geradas por esses serviços, garantindo também que o seu repertório seja adequadamente valorado.

A Merlin representa dezenas de milhares de gravadoras independentes, distribuidores e empresas de gerenciamento de artistas. Os membros representam mais de 15% do mercado global de música gravada. Desde sua fundação, a Merlin já repassou mais de US $ 2 bilhões a seus membros.

A Merlin tem sede em Londres e escritórios em Nova York e Tóquio.

Rio Music Market Apresenta Crescimento Recorde em 2019

A sétima edição do Rio Music Market, realizada entre os dias 09 e 12 de dezembro de 2019, apresentou crescimento significativo em todas as métricas avaliadas. Pela primeira vez realizamos uma pesquisa de opinião entre os participantes. Veja a seguir alguns destaques do evento e da pesquisa realizada:

  • Mais da metade dos participantes fechou ou prospectou um NOVO NEGÓCIO durante o Rio Music Market 2019;
  • A avaliação média da qualidade dos painéis e workshops foi NOTA 8 (na escala entre 0 e 10);
  • CRESCIMENTO DE VISITAS AO SITE DE 88%, em comparação com 2018;
  • Houve um CRESCIMENTO DE 46% DE PARTICIPAÇÃO FEMININA entre palestrantes e artistas, comparado a 2018.

Veja alguns comentários feitos por participantes da nossa pesquisa (de forma anônima):

1-“Organização impecável. Única questão: temas interessantes em salas diferentes no mesmo horário… deu dó de perder algumas coisas.”

2-“Gostei muito do evento e pretendo voltar. Parabéns aos organizadores. Acho que poderiam ter mais shows e a festa de abertura poderia ser um pouco maior.”

3-“I would have liked to have some more showcases, maybe during the daytime. And more contact points between the enterprises, beer-meetings are always a good choice.”

4-“Ótima oportunidade para encontrar colegas e clientes, e se atualizar sobre os diversos assuntos da nossa indústria.”

5-“Achei o evento muito bom, o tamanho das mesas permitiu uma exposição consistente dos temas sem cansar os espectadores e todos os participantes mostraram-se muito acessíveis a trocas profissionais.”

As observações dos participantes serão consideradas nas próximas edições. Veja o resultado da pesquisa completa neste link.

A Associação Brasileira da Música Independente agradece a todos que participaram! Até 2020!

Sétima Edição do Rio Music Market reúne a Indústria da Música entre os dias 09 e 12 de Dezembro

Entre os dias 9 e 12 de dezembro, o Rio Music Market (RMK) realizará a sua sétima edição, reunindo em palestras mais de 60 profissionais originários de países como Bélgica, Reino Unido, Austrália, Estados Unidos e Chile, além do Brasil, para participar dos cerca de 30 painéis sobre as transformações e novas oportunidades da indústria da música do mundo.

Plataformas de streaming, associativismo, pagamento de royalties, tecnologias disruptivas, o direito “making available” e tendências para o futuro breve são alguns dos assuntos em pauta nas instalações do Centro de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB), na Praça Tiradentes.

“O mercado da música gravada passa por uma fase de renascimento. O Rio Music Market é a plataforma ideal para encontrar especialistas nacionais  e internacionais e aproveitar ao máximo as oportunidades. Com planejamento, conhecimento e networking podemos construir um futuro melhor”, diz Carlos Mills, presidente da Associação Brasileira da Música Independente (ABMI), realizadora do RMK em parceria com o SEBRAE/RJ.

Ao todo serão promovidos mais de 30 encontros entre profissionais do setor ao longo de três dias, além da noite de abertura no Theatro Net Rio, em Copacabana, e de duas noites de showcases no Dumont Arte Bar, na Gávea. O Rio Music Market também acolhe a última edição do ano GiRo Digital ABMI, projeto que percorreu sete estados brasileiros em 2019, apresentando workshops de especialistas.

Direitos autorais e festivais entram no debate do primeiro dia

Um dos momentos que mais prometem nesta edição será logo na abertura das mesas: uma entrevista com os executivos Helen Smith (Bélgica), Charlie Phillips (Reino Unido) e Isabel Amorim – superintendente do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) – prevista para terça, dia 10, das 10h30 às 11h30. A proposta é falar sobre a nova diretiva europeia de direitos autorais, competição e gestão de metadados centralizados e entrará em pauta a recente medida provisória que o presidente Jair Bolsonaro assinou, isentando hotéis e navios do pagamento de direitos autorais.

Em seguida, das 11h30 às 12h30, a Deezer fará um workshop e o Facebook se apresentará das 14h às 15h. Ainda no primeiro dia, haverá uma mesa sobre Festivais Nacionais e Internacionais, reunindo Monique Dardenne (Women’s Music Event, de São Paulo), Jarmeson de Lima (Festival Coquetel Molotov, de Recife) e Paula Abreu (Citypark Foundation Summerstage, de Nova York). O jornalista Leonardo Lichote foi convidado para mediar essa conversa.

O nicho dos documentários, o papel dos empresários e a afinidade da música com a literatura são temas em destaque

A estrela do segundo dia do Rio Music Market será o painel Documentários Musicais. Na quarta, dia 11, das 11h15 às 12h30, Jom Tob Azulay (Doces Bárbaros), Aline Brufato (falará sobre o documentário de Patrícia Terra sobre o Bar Semente), Marcus Fernando (filmes sobre Torquato Neto e Aldir Blanc) e Paulo Henrique Fontenelle (do famoso “Loki”, sobre o Mutante Arnaldo Baptista. Ele está rodando um doc sobre Cássia Eller) se reúnem para trocar uma ideia com mediação de Paulo Mendonça. Ainda na quarta-feira, o fundador do respeitado veículo britânico Music Ally, Paul Brindley trará uma visão atual sobre as principais tendências do mercado.

Já no terceiro e último dia, será a vez de conversar com Beco Dranoff (Brazilab), Rommel Marques (Chitãozinho e Xororó), Luis Felipe Couto (Moska e Chico César), Flora Gil (Gilberto Gil) no painel “O que faz o Empresário Artístico?” mediado por Anita Carvalho, empresária do Diogo Nogueira.

Das 14h às 15h, a mesa Música e Literatura vai aproximar as ideias de Joyce Moreno, Rodrigo Faour e Pedro de Luna, com mediação do jornalista Hugo Sukman, sobre a ligação das duas manifestações artísticas.

Outro encontro que promete esquentar o encerramento do evento é a mesa sobre Políticas Culturais, com a participação do ex-Ministro da Cultura, Marcelo Calero, da ex-Secretária Municipal de Cultura, Mariana Ribas e Carlos Mills, Presidente da Associação Brasileira da Música Independente, mediados por Daniel Neves, Presidente da Anafima e da Fremúsica, associação que advoga pelo setor no Congresso Nacional.

Júlia Vargas recebe Mestrinho e João Donato no show de abertura

Como já é tradição, a abertura do Rio Music Market sempre traz um show inédito, com artistas que nunca cruzaram acordes. No dia 9 de dezembro, segunda, às 20h, a cantora Júlia Vargas receberá o acordeonista Mestrinho e o pianista João Donato, no Theatro NET Rio, para dar partida ao evento. O show está garantido para quem tiver o passaporte, mas haverá ingressos à venda para o público em geral: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia entrada).

Showcases de brasileiros e chilenos em duas noites

Novidade da sétima edição: pela primeira vez haverá duas noites de showcases, a serem realizadas em 10 e 11 de dezembro, às 19h, no Dumont Arte Bar, na Gávea. Com curadoria de Aline Brufato, também produtora, a extensão sonora do evento apresentará quatro artistas brasileiros (Negra Jaque, Jonathan Ferr, Letto e Computambor, duo de Marcos Suzano e Marcelo Vig) na terça, dia 10, e quatro chilenos (Yorka, Chakranegra, Fakinmono e Reptilian Beats) reunidos na Noite MUSTACH #ChileRebelde na quarta, dia 11. Entrada gratuita para credenciados. Ingressos a R$ 20.

“A seleção de artistas para os showcases contemplou a diversidade e inovação da cena independente para que profissionais do mercado internacional da música – como programadores de festivais, donos de casas de shows, selos, editores e jornalistas – possam conhecê-los. E estamos felizes de fazer essa primeira edição de showcases RMK com uma noite chilena e uma brasileira”, diz Aline Brufato.

Rio Music Market | serviço

QUANDO: de 9 e 12 de dezembro, segunda a quinta-feira

ONDE: Centro de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB) – Praça Tiradentes, 69 a 71, Praça Tiradentes

QUANTO: Passaportes a R$ 360, com direito a participar de todo o evento

SITE OFICIAL: www.riomusicmarket.com.br

 

BELMIRA COMUNICAÇÃO

Monica Ramalho (21) 9.9163.0840 – monica@belmira.com.br

Rafael Millon (21) 9.8558.9849 – rafael@belmira.com.br

WIN e IFPI Anunciam Sistema de Gestão de Dados Mundial Unificado

WIN e IFPI  anunciam hoje projeto de criação de um sistema de gestão de dados centralizado para a música, o ‘Repertoire Data Exchange’ (RDx). O RDx vai permitir que gravadoras, selos e entidades de gestão coletiva (MLCs) possam submeter e acessar dados sobre fonogramas a partir de uma única fonte certificada.

As gravadoras têm historicamente utilizado uma variedade de processos e padrões para fornecer dados para as entidades de gestão coletiva em todo o mundo, o que torna o processo moroso e pouco eficiente. Com o RDx, entidades de gestão coletiva de todos os tamanhos e de qualquer país poderão acessar dados a partir de uma única fonte certificada. Será utilizado o padrão DDEX MLC. A medida vai trazer melhorias na confiabilidade e na eficiência da gestão dos dados.

A partir de um rigoroso processo seletivo, a IFPI e a WIN selecionaram a britânica PPL para administrar o RDx.

Frances Moore, CEO da IFPI:

“As gravadoras continuam a investindo e melhorando a precisão e a gestão dos dados, em diversas áreas da indústria. RDx é um exemplo típico de uma iniciativa que vai beneficiar a todos os envolvidos. Vai melhorar o desempenho e diminuir os custos para os titulares, ao mesmo tempo em que vai permitir que as entidades de gestão coletiva acessem dados certificados de repertório a partir de uma fonte única – proporcionando pagamentos mais rápidos e mais precisos. Estamos muito agradecidos às entidades de gestão coletiva e às gravadoras parceiras que vêm trabalhando em estreita colaboração conosco. Estamos ansiosos para trazer mais entidades de gestão coletiva e mais titulares, conforme o serviço comece a funcionar.”

Charlie Phillips, COO da WIN:

“Direitos de execução pública são cada vez mais importantes para as gravadoras independentes.  Com a música se tornando global, o repertório dos independentes vem se tornando cada vez mais importante fora de seu território de origem.  Historicamente, a gestão internacional de dados mostra-se complicada para os produtores independentes. Por esta razão a WIN está apoiando o desenvolvimento do RDx desde a sua concepção inicial, iniciada há muitos anos atrás.  Estamos muito satisfeitos com o trabalho conjunto que a indústria desenvolveu para criar um serviço que beneficia a todos.  Aguardamos com otimismo as próximas etapas desta colaboração com a IFPI, que promete muitos benefícios conforme o RDx vai ganhando escala.”

Peter Leathem, CEO da PPL (TBC):

“Temos investido muito em tecnologia e processamento de dados ultimamente, o que nos proporcionou liderar o desenvolvimento do RDx, de modo complementar às nossas operações normais. Estamos bem posicionados para ajudar a IFPI e a WIN a enfrentar os desafios de Big Data, a partir de nosso experiência com DDEX, nosso relacionamento com os titulares ao redor do mundo e nosso expertise gerenciando gigantescos volumes de dados fonográficos a cada semana. Este é um passo importante para a gestão de dados em nível global e estamos orgulhosos de fazer parte desta solução inovadora de iniciativa da IFPI e da WIN.”

RDx é o resultado da colaboração de um amplo grupo de entidades da indústria, liderados pela IFPI e pela WIN. O desenvolvimento do RDx recebe o apoio técnico do seguinte grupo: Beggars Group, PIAS, Sony Music Entertainment, Universal Music Group, Warner Music Group e Consolidated Independent/State51, PPL, Re:Sound, SENA e Gramex Finland. O início das operações está previsto para 2020.

IFPI é a organização que promove os interesses da indústria internacional da música.  Possui cerca de 1300 membros, espalhados por quase 60 países. A missão da IFPI é valorizar a música gravada, advogar em favor dos produtores musicais e expandir o uso comercial da música em todos os mercados onde seus membros operam.

A missão da WIN é apoiar as associações de produtores musicais independentes. Fundada em 2006 em resposta aos desafios de acesso ao mercado global por parte dos independentes, a WIN tem entre seus membros estão as associações mais ativas dos principais mercados de música do mundo: ABMI (Brasil), A2IM (Estados Unidos), AIR (Australia), CIMA (Canada), IMCJ (Japão), IMICHILE (Chile), IMNZ (Nova Zelandia), LIAK (Coreia do Sul) e IMPALA (Europa).

Associados da ABMI são indicados ao Grammy Latino

Ontem, dia 24/09/2019, foram anunciados os indicados para o Grammy Latino. Dentre os concorrentes estão álbuns lançados por nossos associados Biscoito FinoTratoreYB Music Atração Fonográfica. Nas categorias dedicadas à música brasileira, os associados da ABMI obtiveram 9 das 21 indicações. A ABMI parabeniza a todos pelas indicações e deseja boa sorte na premiação, que acontece no dia 14 de novembro de 2019.

Relação completa dos indicados: https://www.latingrammy.com/pt/nominees

Quarta etapa do GiRo Digital aconteceu em Santa Rita do Sapucaí-MG

Da esquerda para a direita: Maurício Bussab, Elisa Eisenlohr, Marina Mattoso, Carlos Mills, Marcelo Cabanas e Leo Morel.

No dia 5 de setembro o GiRo Digital, que já passou por São Paulo, Curitiba e Brasília, fez sua primeira edição fora de capitais. Foi em Santa Rita do Sapucaí-MG, conhecida como o Vale do Silício Brasileiro, no dia da abertura da Hack Town.

Ocupando uma sala do agradável SIS Coworking, o GiRo Digital contou com palestras com Carlos Mills (presidente da ABMI), Marina Mattoso (Jangada), Leo Morel (iMusics), Maurício Bussab (Tratore) e Elisa Eisenlohr (UBC). Durante o evento, o mercado digital da música foi bastante discutido e analisado, sempre numa constante troca entre os palestrantes e o público presente.

Alguns do palestrantes do GiRo Digital também participaram da Hack Town. Leo Morel apresentou a palestra “O que o mercado da música não te conta?”; Carlos Mills falou sobre “Plataformas Digitais e o Mercado da Música: Disrupção e Reconstrução” e Elisa Eisenlohr com “Como potencializar os rendimentos da sua música com direitos autorais”.

As próximas etapas do GiRo Digital serão em Porto Alegre, Recife e Rio de Janeiro. Em breve as inscrições estarão abertas em https://abmi.com.br/giro-digital-abmi/

Amazon Music é lançada no Brasil

Na madrugada de 9 para 10 de setembro a Amazon lançou no Brasil sua plataforma de streaming de música, a Amazon Music. A exemplo das concorrentes já atuantes no país, como Spotify, Apple Music, Deezer etc, a Amazon Music chega com opções de plano mensal individual por R$ 16,90 ou o plano família por R$ 25,90, ambos na opção Music Unlimited. Também há a opção de pagar por 12 meses com desconto.

A Amazon Music, que anuncia um catálogo com mais de 50 milhões de músicas, estreia no Brasil já com um direcionamento para o mercado nacional. Playlists de MPB, Sertanejo, Pagode e outros gêneros brasileiros estão em destaque na plataforma, assim como destaque para artistas brasileiros, como Thiaginho e Tiê.

Além da assinatura individual e familiar, a Amazon oferece a modalidade “Prime Music”, exclusiva para quem assinar o também recém-chegado ao Brasil “Amazon Prime”. Neste serviço, que custa R$ 9,90 por mês ou R$ 89,90 por ano, o usuário tem vantagens com frete grátis e promoções especiais no site, além de acesso ao Prime Video (plataforma de filmes e séries), Prime Reading (revistas) e Twitch Prime (plataforma de jogos ao vivo).

Ao contrário dos outros serviços que são oferecidos sem limitações, o Prime Music tem um catálogo bastante reduzido, de aproximadamente 2 milhões de músicas, segundo a própria Amazon. Com menos de 5% do catálogo do player em relação ao modo Unlimited, o Music Prime mostra-se bastante restrito. Numa primeira navegação, artistas de renome figuram com apenas alguns poucos álbuns, identificados como os mais populares. Já artistas com discografia com menos álbuns, aparecem bloqueados para usuários Prime.

A navegabilidade e os recursos são bem similares à concorrência, com opções de download dos álbuns, seleção da qualidade do áudio, criação e visualização de playlists etc.

Apple Music for Artists é lançado oficialmente

Lançado no ano passado em versão beta, a Apple disponibilizou há poucos dias o Apple Music for Artists em versão oficial. Ainda não disponível em português, a ferramento pode ser acessada pelo computador (https://artists.apple.com) ou pelos aplicativos para Android e iOS.

Pelo serviço é possível ter acesso a estatísticas sobre músicas e vídeos, tais como reproduções, faixas de público, dados geográficos, inclusão em playlists etc.

Também é possível modificar a imagem principal do artista pelo painel de controle. Este recurso ainda apresenta alguns problemas para corte e redimensionamento da imagem através do aplicativo. O ideal é editar a foto num editor de imagens e já enviar no formato correto.

Com o Apple Music for Artists, a Apple se junta ao Spotify, que já mantém há algum tempo o Spotify for Artists. A Deezer também promete lançar a sua plataforma de gerenciamento de artistas.

Nova York Celebra a Música Independente na 10ª Indie Week

A Associação Norte-Americana de Música Independente realizou em Manhattan a 10ª Edição da Indie Week, envento que reúne a indústria musical independente global. A conferência de quatro dias foi realizado na Faculdade de Direito de Nova York, em Tribeca, com palestras, painéis, workshops e showcases espalhados pela cidade.

A ABMI esteve representada por seu presidente Carlos Mills, que participou do painel Expanding Globally juntamente com representantes da India, China, México e Japão. A ABMI contou também com a participação da associada Onimusic, através de seu diretor Nelson Martins Tristão.

Durante a Indie Week ocorreram paralelamente as reuniões de diretoria da WIN, da Merlin e o encontro anual das Associações Independentes que fazem parte da WIN (WINCON).

Os painéis da conferência abordaram uma ampla variedade de assuntos, entre os quais o papel da inteligência artificial em relação aos artistas e repertórios, o trabalho das agências de conteúdo criativo, preocupações éticas em torno de práticas de manipulação de streaming de música e o combate aos problemas de saúde mental na indústria da música, entre muitos outros.  Ao longo dos 4 dias de conferência falaram como key speakers Helen Smith, CEO da Impala e Charles Caldas, CEO da Merlin.

Na foto do encontro das associações da WIN, estão representados os seguintes países: México, Argentina, Croácia, Nova Zelândia, Canadá, China, Noruega, Chile, Inglaterra, Coreia do Sul, Holanda, Alemanha, Estados Unidos, Brasil, Espanha e Portugal. Estiveram presentes também representantes da Impala e da Merlin.

 

Grandes gravadoras faturam US $ 19 milhões por dia de streaming em 2018

Com a publicação do resultado financeiro do último trimestre de 2018 por três grandes gravadoras, podemos ter uma ideia de como seus negócios digitais cresceram.

A análise da MBW alega que a UniversalSony e Warner geraram US $ 6,93 bilhões de receita em serviços de streaming no ano passado, representando um crescimento ano a ano de 30,8% – e cerca de US $ 19 milhões por dia entre os três naquele ano. A análise mostra que as receitas globais de streaming da Universal Music cresceram US $ 864 milhões em 2018, com a Warner Music adicionando US $ 396 milhões e a Sony Music US $ 368 milhões.

Uma das notas que a Universal Music divulgou em seus resultados foi que o White Album dos Beatles foi seu quarto best-seller em 2018, e a Midia Research desenvolveu em seu blog, algumas ideias úteis sobre por que o streaming *não foi* a chave desse sucesso.

“Os Beatles não chegaram a ser a quarta maior venda da UMG através do streaming. Na verdade, foi feito por meio de vendas físicas”, destacou, observando que a reedição do 50º aniversário do álbum foi uma versão “premium física”, além de estar disponível para streaming e download.

“Para gerar US $ 7,5 milhões em receita, a UMG precisaria vender apenas meio milhão de cópias da edição de US $ 25 e apenas 75.000 dos Boxsets. Para gerar os mesmos US $ 7,5 milhões em streamings, a UMG precisaria de 62,5 milhões de pessoas, cada uma transmitindo 15 faixas do álbum”, destacou Midia.

 

Fonte: Music Ally
Para mais informações sobre este artigo e ajuda com campanhas digitais, favor entrar em contato com anthony@musically.com